Guilherme Aquino
De Milão para a BBC Brasil
Pesquisadores italianos apresentaram uma cadeira de rodas inteligente, capaz de se mover dentro da casa do usuário de acordo com seus impulsos cerebrais.
A cadeira de rodas motorizada é equipada com dois computadores de bordo, que analisam as ondas cerebrais e orientam o movimento, com o auxílio de câmeras e dispositivos espalhados pela casa.
Os pesquisadores acreditam que a cadeira, que poderá ser usada por pessoas com diferentes graus de deficiência física e dificuldades de movimento, possa chegar ao mercado entre cinco a 10 anos.
Eles também dizem que o mesmo sistema poderá ser usado por cidades inteiras para permitir a locomoção de deficientes com a cadeira 'inteligente'.
Protótipo
O protótipo, resultado dos esforços de um time multidisciplinar que envolveu o Departamento de Bioengenharia, responsável pela decodificação dos sinais humanos, além do hospital San Camillo, em Veneza, e da clínica de reabilitação Maugeri, em Verona, foi construído pelo Departamento de Inteligência Artificial e Robótica do Politécnico de Milão e está em fases de testes de aperfeiçoamento.
O projeto experimental usa processadores de última geração, com baixo consumo de energia e que são integrados a um aparelho capaz de registrar graficamente as correntes elétricas do cérebro.
Dentro de um dos programas dos computadores foi inserida a planta de um apartamento. Os ambientes aparecem diante do usuário em uma tela no braço da cadeira.
As palavras "sala", "cozinha", "banheiro", "quarto", "primeiro andar" e "portaria" piscam continuamente. As opções luminosas estimulam a atividade cerebral. Ao se concentrar em uma das possibilidades, a pessoa altera os impulsos do cérebro. O sistema releva esta modificação através de eletrodos, a captura e a interpreta.
A função destes terminais - os eletrodos - é a de medir a atividade elétrica superficial do cérebro que, por via de uma pasta condutora de eletricidade, transmite os sinais ao computador.
"Eles estão presos em uma touca que cobre a cabeça do usuário, em posição central para receber os sinais que das áreas mais profundas do córtex cerebral", explica um dos pesquisadores, Bernardo Darseno. Uma interface entre o cérebro e o computador completa a operação.
"Uma das partes mais complicadas é a análise dos sinais do eletroencefalograma, pois são muito 'sujos', sofrem algumas interferências e são frágeis. O usuário precisa de muita concentração", explica o coordenador da pesquisa, Matteo Matteucci.
Os sinais capturados são transmitidos a uma calculadora. Eles contêm as informações sobre a reação de um indivíduo aos estímulos externos, no caso, o painel com as opções dos pontos de destino. Quanto maior for a quantidade de dados apurados e elaborados sobre um destino desejado pelo usuário, maior é a chance da cadeira de rodas tomar o rumo da opção escolhida.
Um gráfico estabelece o roteiro previsto da cadeira e o registra para poder ser consultado mais tarde após a execução do movimento. A cadeira de rodas inteligente ainda anuncia com a voz sintetizada o destino escolhido e, pouco depois, a chegada até a opção desejada.
A cadeira de rodas se orienta com o auxílio de uma câmera apontada para o teto do apartamento. Em cada ambiente existe um dispositivo fixado no alto. Eles são adesivos de plástico, diferentes uns dos outros, que permitem a exata localização do usuário, em tempo real.
"Neste programa colocamos não apenas a disposição dos ambientes como também todos os objetos e barreiras espalhados pela casa, como mesas, cadeiras, colunas e paredes. Dois sensores a laser, instalados na frente da cadeira, reconhecem obstáculos imprevistos, como a passagem de uma pessoa. Dependendo da distância ela pode parar ou desviar, se houver espaços para a manobra. Ninguém corre o risco de ser atropelado", explica o professor Matteo Matteucci.
Todo o sistema, alimentado por uma bateria, pode ser operado de três maneiras: através do touch screen, quando o usuário toca com as mãos o lugar onde quer chegar; o de viva-voz com os comandos dados através da fala; e o cérebro-computador, o mais sofisticado e complicado.
Cidades
Para os cientistas, o desafio para o futuro é equipar cidade inteiras para que esta realidade possa ganhar as ruas. "Em linha de princípio, sim, a chance existe... Em casa usamos marcadores no teto e isso ajuda a dar um erro de localização de poucos centímetros. Não pode ter no exterior um erro nem de baixo padrão. Com o GPS temos alguns metros de erro. Estamos trabalhando para integrar o laser, o GPS e as câmeras para reduzi-los e levar a cadeira para o ambiente externo", explica o professor Matteo Matteucci.
Ele acredita que a cadeira com a interface cérebro-computador possa chegar ao mercado entre cinco e 10 anos, depende do volume de investimentos a ser feito. O protótipo foi feito após três anos de pesquisa e custou cerca de 30 mil euros, investidos pelo Politécnico de Milão, Região Lomabardia e Instituto Italiano de Tecnologia. Ele faz parte de um projeto europeu com diferentes unidades de pesquisa em andamento na Suíça e na Alemanha. A China já possui um protótipo e outros países pesquisam soluções semelhantes.
Na Itália, segundo dados oficiais do governo, existem cerca de 1,2 milhão de pessoas com dificuldade de movimento.
http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/bbc/2009/02/20/ult4432u2032.jhtm
sábado, fevereiro 21, 2009
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
Acessible Portugal ganha prémio
Acessible Portugal ganha Prémio de Turismo de Portugal – Edição de 2008
No decorrer da bolsa de turismo de Lisboa de 2009, foi entregue o Prémio da Categoria Serviços à Agência de Viagens Acessible Portugal – Turismo para Pessoas com Capacidade Reduzida, seus Familiares e Amigos.
Esta Agência de Viagens é a primeira dedicada especificamente ao turista com mobilidade reduzida. O conceito desta agência de viagens inovadora assenta nos princípios de integração e inclusão e na promoção de um turismo acessível, em segurança e sem barreiras.
A oferta de serviços de turismo da Acessible Portugal a nível nacional de viagens, actividades de animação e de aventura, tours especiais para cruzeiros e eventos nos quais pessoas com mobilidade reduzida podem participar com garantia de acessibilidade e de um acompanhamento especializado e acompanhado.
A Acessible Portugal está a trabalhar em parceria com o projecto: “Lousã, destino de Turismo Acessível”, dispondo já no seu site um programa de escapadinha de fim de semana na Lousã.
Para mais informações: http://www.acessibleportugal.com/
No decorrer da bolsa de turismo de Lisboa de 2009, foi entregue o Prémio da Categoria Serviços à Agência de Viagens Acessible Portugal – Turismo para Pessoas com Capacidade Reduzida, seus Familiares e Amigos.
Esta Agência de Viagens é a primeira dedicada especificamente ao turista com mobilidade reduzida. O conceito desta agência de viagens inovadora assenta nos princípios de integração e inclusão e na promoção de um turismo acessível, em segurança e sem barreiras.
A oferta de serviços de turismo da Acessible Portugal a nível nacional de viagens, actividades de animação e de aventura, tours especiais para cruzeiros e eventos nos quais pessoas com mobilidade reduzida podem participar com garantia de acessibilidade e de um acompanhamento especializado e acompanhado.
A Acessible Portugal está a trabalhar em parceria com o projecto: “Lousã, destino de Turismo Acessível”, dispondo já no seu site um programa de escapadinha de fim de semana na Lousã.
Para mais informações: http://www.acessibleportugal.com/
sábado, janeiro 17, 2009
BarrierBreak needs Beta Testers to test "BCAT"
BarrierBreak needs Beta Testers to test "BCAT" - A tool to create Accessible Flash based Elearning course
Despite the benefits offered by Elearning, it is not possible for students with special needs to access Elearning courses. The common myth that prevails is that 'Flash cannot be made accessible' Its time that we over come this myth and change the mind set to 'Flash can be made Accessible'
Net Systems Informatics & BarrierBreak Technologies have taken the initiative to break this myth and have launched the Beta version of "BarrierBreak Course Authoring Tool (BCAT)". BCAT is designed and developed to assist teachers/authors in creating accessible Flash based Elearning courses.
BCAT comprises of two main components, Course Authoring Tool based on Moodle Learning Management System and Flash Architecture to access the course contents. In addition, the teacher/author can add various accessibility options to the course such as: Alternate Text, Captions, and Transcripts.
Once the course is published, the contents are generated in to XML and users can access the course using a Flash player. The Flash course thus created provides users with an "Accessibility Panel" to meet their needs:
# Show/Hide Captions
# Audio Transcript
# Change Themes
# Small/Large Icons
# Show/Hide Labels
# Text Size
We invite users with disabilities, teachers/authors, accessibility community at large to access BCAT and provide their valuable feedback and suggestions to make BCAT a tool for inclusive education.
To access Beta version of BCAT, visit: http://www.n-syst.com/lms/login/signup.php
Once you sign up, you will receive an email including further instructions. Along with the email, you will receive a ReadMe file, documentation for creating a course, documentation for using the course and bug report file.
The Beta Test Run is open until 20th January 2009. All suggestions are highly appreciated and will help us to make BCAT more user-friendly and accessible for all.
Shilpi Kapoor / Managing Director at BarrierBreak Technologies & Net Systems Informatics
Máquinas portátiles y más baratas para que los ciegos puedan ver
Máquinas portátiles y más baratas para que los ciegos puedan ver
EL PAÍS - Madrid
EL PAÍS - Futuro - 14-01-2009
Un prototipo portátil de máquina para ver para algunas personas ciegas o con discapacidad visual es el resultado de más de 20 años de trabajo en el Instituto de Tecnología de Massachusetts (MIT) de Estados Unidos. El aparato se puede fabricar por menos de 500 dólares (372 euros), asegura Elizabeth Goldring, científica del Centro de Estudios Visuales Avanzados del MIT, y autora de la idea.
A Goldring, que es ciega de un ojo y tiene muy poca visión en el otro, se le ocurrió la máquina de ver cuando fue al optometrista y le examinaron los ojos con un equipo de diagnóstico -un oftalmoscopio de barrido láser- que proyecta una imagen simple directamente sobre la retina. Ella pudo ver la imagen y pidió que le proyectaran otra de una palabra, que pudo leer, y luego que le transmitieran un vídeo por la misma vía.
Aunque el oftalmoscopio permitía ver imágenes, era una máquina grande y muy cara y el trabajo del equipo de Goldring, en el que han participado decenas de estudiantes a lo largo de 20 años, ha consistido en hacerla primero de sobremesa y ahora portátil, informa el MIT. El equipo contó con la colaboración de Rob Webb, el inventor del oftalmoscopio, que trabaja en la Universidad de Harvard.
La versión portátil y barata es posible porque se ha reemplazado el láser por diodos emisores de luz (LED) que son igualmente una fuente de luz muy brillante.
EL PAÍS - Madrid
EL PAÍS - Futuro - 14-01-2009
Un prototipo portátil de máquina para ver para algunas personas ciegas o con discapacidad visual es el resultado de más de 20 años de trabajo en el Instituto de Tecnología de Massachusetts (MIT) de Estados Unidos. El aparato se puede fabricar por menos de 500 dólares (372 euros), asegura Elizabeth Goldring, científica del Centro de Estudios Visuales Avanzados del MIT, y autora de la idea.
A Goldring, que es ciega de un ojo y tiene muy poca visión en el otro, se le ocurrió la máquina de ver cuando fue al optometrista y le examinaron los ojos con un equipo de diagnóstico -un oftalmoscopio de barrido láser- que proyecta una imagen simple directamente sobre la retina. Ella pudo ver la imagen y pidió que le proyectaran otra de una palabra, que pudo leer, y luego que le transmitieran un vídeo por la misma vía.
Aunque el oftalmoscopio permitía ver imágenes, era una máquina grande y muy cara y el trabajo del equipo de Goldring, en el que han participado decenas de estudiantes a lo largo de 20 años, ha consistido en hacerla primero de sobremesa y ahora portátil, informa el MIT. El equipo contó con la colaboración de Rob Webb, el inventor del oftalmoscopio, que trabaja en la Universidad de Harvard.
La versión portátil y barata es posible porque se ha reemplazado el láser por diodos emisores de luz (LED) que son igualmente una fuente de luz muy brillante.
Además, "todos los componentes son ahora mucho más pequeños y se producen en masa para otros fines", explica Brandon Taylor, un miembro del equipo.
La máquina para ver va montada en un trípode flexible y se puede conectar a cualquier fuente de visión, como una cámara de vídeo o la pantalla de un ordenador.
La máquina para ver va montada en un trípode flexible y se puede conectar a cualquier fuente de visión, como una cámara de vídeo o la pantalla de un ordenador.
Las imágenes de la fuente entran hasta una pantalla de cristal líquido (del mismo tipo que las de las cámaras de fotos o televisores de este tipo), que está iluminada por los diodos. Los datos se concentran entonces en un haz muy fino que entra en el ojo. "No se trata de magnificar la imagen", explica Quinn Smithwick, otro miembro del equipo. "Funciona porque todos los datos de la imagen se concentran en un diminuto punto de luz".
El prototipo se va a probar ahora en pacientes de una clínica oftalmológica de Boston. Goldring lo utiliza para hacer fotos, lo que le permite, dice, expresarse visualmente. El trabajo ha sido financiado por la NASA y el propio MIT.
El prototipo se va a probar ahora en pacientes de una clínica oftalmológica de Boston. Goldring lo utiliza para hacer fotos, lo que le permite, dice, expresarse visualmente. El trabajo ha sido financiado por la NASA y el propio MIT.
quinta-feira, janeiro 15, 2009
O jardim sensorial e suas principais características
O jardim, desde a antiguidade, sempre foi um espaço de lazer e prazer mesclando um paradigma de sonho e realidade. Através deste espaço, era possível viajar no tempo, experimentar sensações diferentes, promover encontros e entrar em contato com a natureza em sua mais exuberante expressão.
Segundo Michael Corajaud, o jardim é como fragmento de um sonho e deve ser compartilhado por todo e qualquer usuário, incluindo os portadores de algum tipo de deficiência -- visual, auditiva ou física. Os idosos também têm direito, com sua natural perda de mobilidade e diminuição dos sentidos.
Mas, infelizmente, grande parte dos jardins brasileiros, tanto residenciais quanto públicos, não atendem esta parcela da sociedade por conta da falta de adequação de seus espaços. Em sua maioria, os jardins não são adaptados aos portadores de deficiência e/ou idosos incluindo em seus espaços espécies inadequadas, sem falar de detalhes construtivos como rebaixos e desníveis que dificultam a circulação dos deficientes.
A idéia de criar um jardim sensorial residencial, com condições bastante peculiares, surgiu exatamente para amenizar toda essa dificuldade, além de proporcionar para esta parcela da sociedade o contato com a natureza em suas próprias residências. O projeto do jardim pode ser adaptado para varandas e até mesmo para o interior das casas.
O jardim sensorial deverá ficar suspenso a uma altura pré-determinada, considerando passagem tanto para cadeirantes quanto deficientes visuais e idosos. Este recurso garante o livre acesso a todos que queiram tocar ou cuidar das espécies com facilidade.
O jardim sensorial possui grande influência oriental, manifestando-se através de quatro sentidos do corpo humano:
• O tato, através das texturas das plantas,
• A audição, com os repuxos d'água,
• A visão, através das cores exuberantes e, finalmente
• O olfato com os aromas das espécies.
As espécies possuem diferentes texturas e através delas é possível garantir um resultado satisfatório, através do tato. Um bom exemplo disso é o caso das suculentas. Um pequeno jardim de cactos pode apresentar infinitas texturas e um resultado excelente principalmente considerando os deficientes visuais.
As pequenas fontes e repuxos d' água também são responsáveis por agradáveis sensações e podem ser inseridas em qualquer jardim através de um simples sistema de bombeamento de água semelhante ao utilizado em aquários. O som emitido pela água é calmante e terapêutico segundo especialistas holísticos.
As cores exuberantes das flores e folhagens também garantem excelentes resultados no que se refere ao aspecto visual do jardim. Suas combinações podem considerar as mais infinitas gamas de cores. Petúnias, rabos de gato, violetas, lírios da paz, gerânios, ixoras e plumbagos estão entre as mais cotadas para pequenos vasos e jardineiras. O resultado policromático também pode variar conforme as estações do ano.
E, finalmente, os jardins sensoriais olfativos -– comumente conhecidos como jardins aromáticos ou de ervas, de influência medieval -- também podem ser utilizados. Nestes jardins é possível sentir o agradável aroma das ervas e temperos caseiros, além de servirem no preparo de receitas culinárias e temperos em geral. As espécies mais utilizadas são o alecrim, hortelã, manjericão, salsinha, cebolinha, gengibre, coentro, além de ervas que servem para ungüentos e chás, como camomila, erva doce e erva-cidreira, dentre outras.
Segundo especialistas, as ervas aromáticas possuem efeitos terapêuticos, entram através das células sensíveis que cobrem as passagens nasais, chegando direto para o cérebro. Desta forma tais ervas afetam as emoções, atuando no sistema límbico que também controla as principais funções do corpo.
Abaixo estão listadas algumas das mais importantes e conhecidas ervas terapêuticas e suas principais características:
Alecrim (Rosmarinus officinalis)
O nome tem origem lingüista árabe, vem da palavra "al ikilil". Erva proveniente da região mediterrânea, foi muito apreciada por suas virtudes aromáticas e medicinais. Conta uma lenda que a rainha da Hungria, Elizabeth, que viveu no século XIII, curou seu reumatismo e gota com água preparada por alecrim.
Hortelã (Mentha avensis)
Existem muitas variedades de hortelã, cada uma com suas características próprias. Diziam os antigos que conhecer todas as variedades seria era tão difícil quanto o saber poderia ser comprado em farmácias. Sua essência aromática tem efeito terapêutico digestivo e descongestionante.
Manjericão (Ocimun minimum)
Herbácea natural da Ásia tropical, da África e de algumas ilhas do Pacífico. Repele insetos em hortas e jardins. Muito utilizado na Medicina caseira em forma de chá por relaxar e aliviar dores de cabeça de origem nervosa. Também utilizado pelos terapeutas holísticos na aromaterapia, para tratar vários outros sintomas.
Salsa (Petroselinum sativum)
É a erva mais utilizada na cozinha, pois guarnece saladas, peixes, legumes e muito mais. Todas as partes são aproveitadas, pois têm o mesmo aroma. Conta a mitologia que Hércules, o vencedor do leão da Numídia, foi coroado com folhas de salsa. Um ornamento modesto para tão grande herói, quando outros eram coroados com folhas de louro. A salsa tem poder aromático terapêutico para "cistite", e é encontrada nos supermercados em buquês, normalmente junto com a cebolinha.
E importante ressaltar que todas as espécies acima citadas são perfeitamente adaptáveis ao plantio em jardineiras, pequenos canteiros ou vasos. Na escolha de espécies para jardins sensoriais, é fundamental que sejam evitadas aquelas que possuem espinhos, como as roseiras, algumas bromélias e suculentas. Também devem ser evitadas algumas plantas munidas de substâncias tóxicas, como espinho de cristo e comigo-ninguém-pode, dentre outras.
Por Arq. Prof. Ms. Beatriz Chimenthi
quarta-feira, dezembro 10, 2008
DomoVest - O casaco que comanda!
A Universidade da Beira Interior, através do seus departamentos de Informática e Têxtil, desenvolveu um casaco que poderá ser um excelente auxiliar para pessoas com algum tipo de limitações. Esta peça tecnológica permite comandar vários dispositivos electrónicos, com um simples apertar de botão.
Desenvolvido a partir de uma ideia simples, os departamentos juntaram sinergias e desse esforço nasceu o DomoVest. Este dispositivo é constituído por uma peça normal de vestuário onde lhe é acrescentado um módulo emissor.
Materiais eléctricos têxteis, flexíveis e resistentes são montados de forma imperceptível no interior do casaco. Na manga, para fácil acesso, é colocado um teclado onde poderão ser ligados e desligados os dispostos.
No interior do casaco, poderá ser colocado de forma discreta o emissor que comandará os módulos ligados aos aparelhos que o utilizador quiser ligar ou desligar.
A ideia está só no inicio, este protótipo tem ambições mais alargadas podendo oferecer a pessoas idosas, pessoas com dificuldades de movimentos ou grávidas, um vasto leque de serviços. Por exemplo, o casaco poderá emitir uma luz ou um sinal vibratório se a campainha da porta estiver a tocar, poderá dar alertas para inúmeras situações de perigo, entre muitos outros exemplos práticos.
FONTE: http://www.pplware.com/2008/12/05/domovest-o-casaco-que-comanda/
Desenvolvido a partir de uma ideia simples, os departamentos juntaram sinergias e desse esforço nasceu o DomoVest. Este dispositivo é constituído por uma peça normal de vestuário onde lhe é acrescentado um módulo emissor.
Materiais eléctricos têxteis, flexíveis e resistentes são montados de forma imperceptível no interior do casaco. Na manga, para fácil acesso, é colocado um teclado onde poderão ser ligados e desligados os dispostos.
No interior do casaco, poderá ser colocado de forma discreta o emissor que comandará os módulos ligados aos aparelhos que o utilizador quiser ligar ou desligar.
A ideia está só no inicio, este protótipo tem ambições mais alargadas podendo oferecer a pessoas idosas, pessoas com dificuldades de movimentos ou grávidas, um vasto leque de serviços. Por exemplo, o casaco poderá emitir uma luz ou um sinal vibratório se a campainha da porta estiver a tocar, poderá dar alertas para inúmeras situações de perigo, entre muitos outros exemplos práticos.
FONTE: http://www.pplware.com/2008/12/05/domovest-o-casaco-que-comanda/
sexta-feira, novembro 21, 2008
Dia Mundial da Usabilidade
Seminário e “Jantar às escuras” marcaram celebração única em Portugal
Jantar no restaurante pode parecer uma tarefa simples para qualquer pessoa, agora imagina-se incapaz de saber qual é a ementa, onde estão os talheres, o guardanapo ou o copo, ou até mesmo, de que lado do prato está a carne, o arroz ou as batatas. Imagina-se a comer completamente às escuras. Uma experiência que dezenas de pessoas experimentaram na cantina da UTAD.
Vários alunos, funcionários e docentes da Universidade de Trás-os-Montes (UTAD) participaram num “jantar às escuras”, uma iniciativa realizada no âmbito do Dia Mundial da Usabilidade, que serviu de alerta para as dificuldades do dia-a-dia dos invisuais.
Jantar no restaurante pode parecer uma tarefa simples para qualquer pessoa, agora imagina-se incapaz de saber qual é a ementa, onde estão os talheres, o guardanapo ou o copo, ou até mesmo, de que lado do prato está a carne, o arroz ou as batatas. Imagina-se a comer completamente às escuras. Uma experiência que dezenas de pessoas experimentaram na cantina da UTAD.
Vários alunos, funcionários e docentes da Universidade de Trás-os-Montes (UTAD) participaram num “jantar às escuras”, uma iniciativa realizada no âmbito do Dia Mundial da Usabilidade, que serviu de alerta para as dificuldades do dia-a-dia dos invisuais.
“A minha maior dificuldade foi a organização do espaço”, explicou Rosa Pinto, umas das várias dezenas de pessoas que aceitaram o desafio de vendar os olhos para sentir ‘na pele’ as dificuldades vividas pelos cegos, num acto tão simples como uma refeição.
Sem saber onde estão os talheres ou a disposição dos alimentos no prato, a “cliente” da cantina da UTAD identificou uma das principais dificuldades, como ter uma noção da quantidade de alimentos por cada garfada, o que acaba por espalhar a comida um pouco por todo o tabuleiro.
Para Rosa Pinto a experiência cumpriu o seu objectivo, fazer “reflectir sobre as dificuldades dos invisuais”. “Passamos a vida a correr e nunca pensamos nessa possibilidade”, referiu.
Mas, o “Jantar às escuras”, organizado pelo Núcleo de Alunos de Engenharia de Reabilitação, não representou uma iniciativa isolada, marcou o culminar do Dia Mundial da Usabilidade, que este ano, em Portugal, apenas foi assinalado na UTAD.
“Tivemos como principal objectivo reflectir e debater sobre as dificuldades sentidas pelas pessoas com deficiência”, sobretudo a acessibilidade nos transportes, explicou Francisco Godinho, responsável pelo Centro de Engenharia de Reabilitação em Tecnologias de Informação e Comunicação (CERTIC), da UTAD, referindo que esse foi exactamente o tema focado, nesta edição, do Dia Mundial. Relativamente à situação da rede de transportes públicos de Vila Real, o docente e investigador da universidade transmontana explicou que, embora a frota esteja preparada ao nível da existência de acessos adequados a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, nas condições de segurança a situação já não é tão positiva. “Faltam os sistemas de retenção de passageiros”, defendeu Francisco Godinho, revelando que os deficientes apresentam alguma resistência inicial em utilizar os serviços da Corgobus, devido à insegurança que sentem ao viajarem sem os devidos sistemas de retenção.
O responsável pelo CERTIC mostrou-se satisfeito pelo facto da Corgobus ter aceitado o desafio de “informar e sensibilizar” os seus motoristas sobre as melhores formas de lidar com um passageiro detentor de um qualquer tipo de deficiência ou limitação.
No fórum foram ainda debatidas questões como a falta, em Trás-os-Montes e na região Norte, de escolas com carros adaptados para o ensino de condução à pessoas com deficiência ou de táxis adaptados.
quinta-feira, outubro 23, 2008
ASES
ASES - Avaliador e Simulador de Acessibilidade de Sítios
O ASES - Avaliador e Simulador de AcessibilidadE sítios - é o produto da parceria entre o Departamento de Governo Eletrônico e a OSCIP Acessibilidade Brasil.
Tendo por objetivo fornecer instrumentos que viabilizem a adoção da acessibilidade pelos órgãos do governo, o ASES é uma ferramenta que permite avaliar, simular e corrigir a acessibilidade de páginas, sítios e portais, sendo de grande valia para os desenvolvedores e publicadores de conteúdo.
Para os usuários brasileiros o programa é distribuído de forma gratuita sob licença LGPL - GNU Lesser General Public License.
O ASES é acessível, podendo ser utilizado por pessoas portadoras de deficiências, salvo os casos em que a deficiência impeça o objetivo da ferramenta em questão. Por exemplo, um cego não irá descrever uma imagem, sendo assim, ele não utilizaria essa ferramenta do software, porém nada impede que ele faça correções em códigos HTML.
Algumas funcionalidades:
Avaliador de acessibilidade (e-MAG e WCAG);
Avaliador de CSS;
Avaliador de HTML (4.01 e XHTML);
Simuladores de leitor de tela (tempo) e Baixa visão (daltonismo, miopia, catarata);
Ferramenta para selecionar o DocType, conteúdo alternativo, associador de rótulos, links redundantes, corretor de eventos e preenchimento de formulários.
Pré-requisitos:
Windows: Java Application Platform SDK
Linux: Java Runtime Environment - JRE
Baixar o ASES:
(última atualização 28/03/2008)
Versão Windows - ASES-windows.exe 21MB
Versão Linux - ASES-linux.tar.gz 32MB
segunda-feira, setembro 22, 2008
ADEFAV
Em comemoração aos 25 anos da ADefAV, Associação para Deficientes da Áudio Visão, será realizado nos dias 9, 10, 11 de Outubro de 2008, na Universidade UNIP, campus Mirandópolis, em São Paulo, o I SISDEM – SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE SURDOCEGUEIRA E DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA, com apoio do Programa Hilton Perkins para a América Latina da Perkins School for the Blind, EUA, UNIP e parceria científica da Sociedade Brasileira de Visão Sub Normal e Instituto VIDI – Visão e Desenvolvimento.
O tema do I SISDEM será a “Inclusão social: interfaces entre educação, saúde e políticas públicas” e os objetivos são: criar um fórum propício ao debate de temas relacionados com a surdocegueira e a deficiência múltipla; compartilhar experiências e congregar profissionais e estudantes de educação, saúde e áreas afins, pessoas com deficiências e familiares com o terceiro setor e órgãos públicos; difundir conhecimento científico e propor sugestões e ações para a prevenção e intervenção na área, que possibilitem a inclusão educacional e social. Para tanto, serão realizadas conferências internacionais e nacionais; mesas redondas; cursos e workshop; workshop para famílias; exposição de pôsteres e comunicação oral.
Como organizadora do I SISDEM tenho o prazer de convidá-lo formalmente a participar deste evento compondo nosso quadro de conferencistas. Será um honra contar com sua participação na CONFERÊNCIA, com o TEMA CENTRAL: “AUTONOMIA DA PESSOA COM SURDOCEGUEIRA” que será realizada no dia 10 de outubro de 2008, SEXTA-FEIRA, das 08h00 às 09h00, no auditório principal. Como o próprio tema sugere, nesta mesa estarão presentes PESSOAS SURDOCEGAS. Assim, sugerimos para sua conferência: “A AUTONOMIA DA PESSOA COM SURDOCEGUEIRA: DIFÍCIL, PORÉM POSSÍVEL”.
O outro conferencista que estará ao seu lado é o Sr. ALEX GARCIA com a conferência “A SURDOCEGUEIRA: O FÁTICO E CAUSAL NAS RELAÇÕES DE PODER: DA SUBALTERNIDADE À IDENTIDADE PLENA” . Reservamos o tempo de 25 minutos para exposição de cada conferencista e 10 minutos de discussão com a plenária.
Quaisquer outras informações sobre o Simpósio poderão ser encontradas na web page da instituição organizadora, www.adefav.org.br ou na própria web page do evento www.sisdem2008.com.br.
Para concretizar sua participação solicito que faça o seu cadastro pelo acesso a www.sidem2008.com.br e envie para sisdem.cientifico@adefav.org.br:
1. O mini-currículo incluindo nome completo, instituição a que pertence e titulação.
2. Relação do equipamento de multimídia que será necessário para sua apresentação;
3. Endereço para correspondência (postal e eletrônica).
Para constar nos anais do simpósio e no CD, solicitamos que sua conferência seja enviada na íntegra até o dia 30 de setembro, com as seguintes normas: Arial 12, espaço 1,5. Título completo em letras maiúsculas. Autor com o nome sublinhado e com a Instituição a que pertence.
A sua participação será fundamental para valorizar nossa programação científica e como a própria temática sugere: interface entre saúde, educação e políticas públicas, a sua participação brindará a todos sobre os três tópicos.
Coordenadora do SISDEM
domingo, agosto 10, 2008
Do Minho ao Algarve em cadeira de rodas
Do Minho ao Algarve em cadeira de rodas
LUIS HENRIQUE OLIVEIRA
Um paraplégico e uma portadora de paramiloidose partiram, na última semana, de Valença, com destino ao Algarve, em duas cadeiras de rodas. Objectivo: denunciara desigualdade de oportunidades.
Pouco passava das 11 horas de quinta-feira quando José Lima e Rosa Carvalho chegavam, em cadeiras de rodas adaptadas, à frente ribeirinha de Viana do Castelo.Culminavam, assim, a primeira de um conjunto de 14 etapas, com final previsto para o próximo dia 14, em Quarteira (Loulé), percurso com mais de 900 quilómetrosdurante os quais os portadores de deficiência, residentes em Viana do Castelo, pretendem chamar a atenção do país para o que consideram ser uma "vergonhosa"o problema de desigualdade de oportunidades.
Três horas e meia foi quanto durou a primeira etapa da Volta a Portugal em Cadeira de Rodas (VPCR), que ligou Valença a Viana do Castelo, numa extensãode meia centena de quilómetros.
Ao fim, José Lima, de 53 anos, que ficou paraplégico há 11 devido à queda de um elevador que estava a reparar, em Angola, afiançava que, caso os apoiosprometidos "por uma dúzia de empresa e instituições" se concretizassem, não seriam dois os participantes na prova, mas dezena e meia.
Apenas com o apoio da Câmara de Loulé (outras falharam), que permitiu a compra de uma "handbike", repartem entre os dois a cadeira adquirida, durante opercurso.
Licenciado em Electrónica Industrial, José Lima ligou, no ano passado, Viana do Castelo a Faro para alertar para a causa da deficiência, assinalando que,desta feita, a VPCR visa dar a conhecer uma colectividade por si dinamizada, associação que tem por meta colocar, "pelo menos", um atleta nos Jogos Paralímpicosde 2012.
À chegada a Viana do Castelo, Rosa Carvalho, de 48 anos, que padece de paramiloidose (também conhecida por "doença dos pezinhos"), apontava o dedo ao mauestado em que se encontra a Estrada Nacional 13: "Começar custou um pouco. Acho que custa sempre. Mas os buracos existentes na estrada também dificultaramo percurso. Valeu-nos o contributo de muitos jovens, que nos acompanharam durante grande parte da viagem".
LUIS HENRIQUE OLIVEIRA
Um paraplégico e uma portadora de paramiloidose partiram, na última semana, de Valença, com destino ao Algarve, em duas cadeiras de rodas. Objectivo: denunciara desigualdade de oportunidades.
Pouco passava das 11 horas de quinta-feira quando José Lima e Rosa Carvalho chegavam, em cadeiras de rodas adaptadas, à frente ribeirinha de Viana do Castelo.Culminavam, assim, a primeira de um conjunto de 14 etapas, com final previsto para o próximo dia 14, em Quarteira (Loulé), percurso com mais de 900 quilómetrosdurante os quais os portadores de deficiência, residentes em Viana do Castelo, pretendem chamar a atenção do país para o que consideram ser uma "vergonhosa"o problema de desigualdade de oportunidades.
Três horas e meia foi quanto durou a primeira etapa da Volta a Portugal em Cadeira de Rodas (VPCR), que ligou Valença a Viana do Castelo, numa extensãode meia centena de quilómetros.
Ao fim, José Lima, de 53 anos, que ficou paraplégico há 11 devido à queda de um elevador que estava a reparar, em Angola, afiançava que, caso os apoiosprometidos "por uma dúzia de empresa e instituições" se concretizassem, não seriam dois os participantes na prova, mas dezena e meia.
Apenas com o apoio da Câmara de Loulé (outras falharam), que permitiu a compra de uma "handbike", repartem entre os dois a cadeira adquirida, durante opercurso.
Licenciado em Electrónica Industrial, José Lima ligou, no ano passado, Viana do Castelo a Faro para alertar para a causa da deficiência, assinalando que,desta feita, a VPCR visa dar a conhecer uma colectividade por si dinamizada, associação que tem por meta colocar, "pelo menos", um atleta nos Jogos Paralímpicosde 2012.
À chegada a Viana do Castelo, Rosa Carvalho, de 48 anos, que padece de paramiloidose (também conhecida por "doença dos pezinhos"), apontava o dedo ao mauestado em que se encontra a Estrada Nacional 13: "Começar custou um pouco. Acho que custa sempre. Mas os buracos existentes na estrada também dificultaramo percurso. Valeu-nos o contributo de muitos jovens, que nos acompanharam durante grande parte da viagem".
sexta-feira, julho 25, 2008
QREN financia novo modelo de atendimento municipal
Em Palmela importância do projecto reconhecida QREN financia novo modelo de atendimento municipal A Vice-Presidente da Câmara Municipal de Palmela, Adília Candeias, assinou hoje, 22 de Julho, o contrato relativo ao co-financiamento do novo modelo de atendimento municipal, no âmbito do QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional. O Estado vai comparticipar o projecto com 81.853,08€, equivalente a 35% da despesa elegível. A comparticipação do projecto por parte do Estado representa o reconhecimento da importância deste projecto, inserido nos objectivos de modernização administrativa local.
O atendimento municipal, no seu novo formato, teve início a 2 de Junho e apresentou, como principais novidades, espaços renovados, atractivos e funcionais; funcionários preparados para serem os interlocutores da autarquia junto dos munícipes; uma nova imagem institucional, ligada à campanha “Tudo à Mão”, e novas funcionalidades, que permitem um atendimento desconcentrado, integrado, multi-canal e acessível aos cidadãos com necessidades especiais (conteúdos em Braille e linguagem gestual). Também a página www.cm-palmela.pt passou a disponibilizar serviços on-line, nomeadamente, conteúdos informativos, perguntas frequentes e formulários/impressos que podem ser preenchidos em casa para entrega nos balcões de atendimento ou, em alguns casos, envio directo via e-mail.
Localizados em Palmela, Pinhal Novo e Quinta do Anjo, os postos de atendimento permitem a resolução, num só balcão, de todos os processos e assuntos de responsabilidade municipal, desde o urbanismo e águas às licenças e vistorias. É, também, disponibilizada informação relativa a situações de intervenção urgente e a decorrer no concelho, bem como à oferta cultural, desportiva, turística e de lazer. No Pinhal Novo, mantém-se, ainda, em funcionamento simultâneo, o PAC – Posto de Atendimento ao Cidadão.
A implementação desde novo modelo de atendimento constitui uma primeira fase do projecto que, brevemente, contará, também, com um Centro de Contacto, responsável pelo atendimento mediatizado que permitirá o acesso a requerimentos e a consulta do estado de um processo por via electrónica ou telefónica.
O atendimento municipal, no seu novo formato, teve início a 2 de Junho e apresentou, como principais novidades, espaços renovados, atractivos e funcionais; funcionários preparados para serem os interlocutores da autarquia junto dos munícipes; uma nova imagem institucional, ligada à campanha “Tudo à Mão”, e novas funcionalidades, que permitem um atendimento desconcentrado, integrado, multi-canal e acessível aos cidadãos com necessidades especiais (conteúdos em Braille e linguagem gestual). Também a página www.cm-palmela.pt passou a disponibilizar serviços on-line, nomeadamente, conteúdos informativos, perguntas frequentes e formulários/impressos que podem ser preenchidos em casa para entrega nos balcões de atendimento ou, em alguns casos, envio directo via e-mail.
Localizados em Palmela, Pinhal Novo e Quinta do Anjo, os postos de atendimento permitem a resolução, num só balcão, de todos os processos e assuntos de responsabilidade municipal, desde o urbanismo e águas às licenças e vistorias. É, também, disponibilizada informação relativa a situações de intervenção urgente e a decorrer no concelho, bem como à oferta cultural, desportiva, turística e de lazer. No Pinhal Novo, mantém-se, ainda, em funcionamento simultâneo, o PAC – Posto de Atendimento ao Cidadão.
A implementação desde novo modelo de atendimento constitui uma primeira fase do projecto que, brevemente, contará, também, com um Centro de Contacto, responsável pelo atendimento mediatizado que permitirá o acesso a requerimentos e a consulta do estado de um processo por via electrónica ou telefónica.
Está previsto, ainda, um Posto Móvel que circulará por todas as freguesias, permitindo o acesso de pessoas com maiores dificuldades de deslocação.
Fonte: http://www.rostos.pt/
Fonte: http://www.rostos.pt/
quinta-feira, junho 26, 2008
Spread the sign
“ Celebrar a diversidade linguística, promover a acessibilidade e a excelência educativa dos surdos" são os principais objectivos da conferência internacional que acontece no Auditório A2 da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da U.Porto (FPCEUP), dia 3 de Julho .
Esta conferência surge como resultado da reflexão em torno do projecto Spreadthesign, um projecto piloto financiado pelo Fundo Social Europeu, que conta com a participação de seis equipas europeias compostas por surdos e ouvintes de: Espanha, Lituânia, Suécia, República Checa, Reino Unido e Portugal, cuja equipa é coordenada por Orquídea Coelho (presidente da Comissão Organizadora).
Para além do debate em torno do projecto, refere esta docente e investigadora da FPCEUP e do Centro de Investigação e Intervenção Educativas), esta conferência pretende promover a "acessibilidade e a excelência educativa dos surdos, através da divulgação, reflexão e discussão acerca das práticas educativas com surdos, adoptadas nos países participantes, sendo, por isso, uma celebração da diversidade linguística e um ponto de encontro e de partilha de distintas comunidades surdas e ouvintes".
A conferência tem início marcado para as 9h15 da manhã, vai prolongar-se até às 18h30 e tem tradução simultânea em 6 línguas gestuais: portuguesa, checa, lituana, inglesa, espanhola e sueca. Entre os dias 3 e 4 de Julho vão decorrer actividades paralelas com exposições, performances (em diferentes línguas gestuais), cinema de realizadores surdos e actores surdos em língua gestual sueca e a projecção de um documentário sobre a língua gestual portuguesa realizado por surdos.
AS / REIT
domingo, junho 01, 2008
Detectadas falhas ao nível das paragens
Detectadas falhas ao nível das paragens, das viaturas e da informação disponível no site
O Centro de Engenharias de Reabilitação em Tecnologias da Informação e Comunicação (CERTIC), da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, realizou um estudo para avaliar as condições de acessibilidade e segurança dos transportes urbanos de Vila Real, assegurados pela empresa Corgobus. Foram apontadas falhas à acessibilidade das viaturas, no site oficial e nas paragens.
Francisco Godinho, coordenador do CERTIC e mentor do estudo, referiu que, apesar da legislação de 2004 (DL 58/2004) não permitir a entrada em circulação de autocarros sem acessibilidades em serviços de transportes públicos urbanos, “há uma lacuna na legislação”. Em 2005 e 2008, a Corgobus introduziu três autocarros antigos que não estão adaptados a pessoas que se deslocam em cadeira de rodas. Esses veículos são utilizados, segundo Francisco Godinho, em horas de maior afluência porque têm maior capacidade. “É preocupante que não haja um mecanismo que impeça, condicione ou minimize a entrada de veículos antigos”, afirmou.
O professor apontou ainda o dedo à autarquia vila realense. “Os concessionários das frotas, neste caso a câmara, podiam regulamentar a introdução de autocarros que já cumprissem aquelas normas. Está nas suas mãos resolver essa situação, mas há falta de exigência e de preocupação.”
Já no início de Março, João Queirós, o director executivo da Corgobus, tinha referido ao Mensageiro que estava prevista a substituição das viaturas que não cumprem as normas, apenas se aguardava pela sua construção. Agora, João Queirós reafirma que os dois autocarros vão entrar em circulação no mês de Julho e que a terceira viatura ficará como autocarro de reserva para “entrar pontualmente em funcionamento, em caso de avaria”. “Em Julho, os autocarros em linha vão estar todos adaptados”, frisou o responsável pela Corgobus. Em relação aos autocarros adaptados, o estudo refere ainda que, apesar da frota ter piso rebaixado e com rampa, um espaldar para o encosto da cadeira de rodas e uma barra de apoio amovível, “não é suficiente”. “O sistema de segurança dos autocarros continua incompleto, porque tem que ter um cinto de segurança. Isso é algo que tem que se corrigir urgentemente”, diz Francisco Godinho. Ainda que “não seja obrigatório, era uma boa prática”, equipar a frota com um sistema electrónico de avisos sonoros e visuais para debitar informações aos passageiros com deficiência visual. O estudo recomenda ainda informação áudio para o exterior, visto que só existe informação visual.
Também o site da Corgobus mereceu algumas críticas. “Uma pessoa cega que queira saber os horários dos autocarros não consegue. A forma mais simples era ir ao site e copiar o horário, mas o que acontece é que eles têm isso em formato de imagem”, apontou Francisco Godinho. “O site não cumpre as regras de acessibilidade na criação de conteúdos web. Já não se esperava que tivessem os horários em braille, mas que tivessem em formato de texto para que a pessoa possa imprimir em braille ou então usarem leitores de ecrã”, acrescentou. Na opinião do professor, há um subaproveitamento do site, já que deveria ser utilizado para “tornar pública a informação sobre os horários dos autocarros acessíveis para as pessoas em cadeiras de rodas”. “Tem que haver informação sobre os horários desses autocarros para que as pessoas não fiquem nas paragens à sorte, à espera de um autocarro acessível”, destacou. Depois de tomar conhecimento das conclusões do estudo realizado pelo CERTIC, João Queirós reagiu assim: “a Corgobus está a cumprir o contrato que tem com a câmara municipal de Vila Real e todas as viaturas e toda a actividade está certificada e regulada por entidades competentes. Não temos qualquer problema e cumprimos na íntegra as obrigações que temos”. O estudo foi também enviado para a câmara de Vila Real, no sentido de contribuir para a resolução dos problemas de acessibilidade que ainda se fazem sentir nos transportes públicos.
Paragens “críticas”
Paragens “críticas”
O CERTIC verificou ainda problemas de acessibilidade e segurança para pessoas com mobilidade reduzida nas paragens. Apesar da responsabilidade ser da câmara e das juntas de freguesia, existem paragens sem espaço reservado para aproximação dos autocarros; com barreiras para o autocarro colocar as rampas, como por exemplo os mecos colocados no passeio contíguo ao Jardim da Carreira; obstruídas por protecções das corridas do Circuito de Vila Real; com lancis rampeados. Alguns abrigos também servem de obstáculo, quando o espaçamento é inferior à distância necessária para uma pessoa de cadeira de rodas poder passar (situação que acontece em frente à Escola Secundária S. Pedro) seja para entrar no autocarro ou para permanecer no abrigo. Contudo, a autarquia está apostada em melhorar as paragens dos autocarros, por isso lançou recentemente um concurso para a colocação de plataformas bus.
terça-feira, maio 20, 2008
Um Brinquedo Adaptado pelo Aniversário de cada criança!!
A partir deste mês o portal ajudas.com em conjunto com os mais recentes parceiros, SetCom e Concentra, oferece um brinquedo por semana a crianças com deficiência motora severa, com perturbações no desenvolvimento ou com necessidade de intervenção precoce, que celebrem o seu aniversário nessa semana.
Esta iniciativa é absolutamente exclusiva deste portal e a única que permite que brinquedos vulgares mas com as devidas adaptações e o respectivo manípulo, cheguem a muitas crianças que dependem desta ajuda para BRINCAR e APRENDER!
Esta oferta surge como consequência natural do sucesso alcançado anteriormente, cujas quantidades totais já ultrapassam os 800 brinquedos.
Para inscrever uma criança de forma a que possa receber um brinquedo adaptado, deverá enviar um e-mail para portalajudas@gmail.com com as indicações seguintes:
Nome da Criança, género (masculino ou feminino), idade, nome da mãe, patologia ou principais dificuldades, DATA de ANIVERSÁRIO, morada, contacto directo telefónico.
É pelo Brincar que tudo começa por isso TODOS deveríamos poder brincar.
Fonte: http://www.ajudas.com/notVer.asp?id=2196
Esta iniciativa é absolutamente exclusiva deste portal e a única que permite que brinquedos vulgares mas com as devidas adaptações e o respectivo manípulo, cheguem a muitas crianças que dependem desta ajuda para BRINCAR e APRENDER!
Esta oferta surge como consequência natural do sucesso alcançado anteriormente, cujas quantidades totais já ultrapassam os 800 brinquedos.
Para inscrever uma criança de forma a que possa receber um brinquedo adaptado, deverá enviar um e-mail para portalajudas@gmail.com com as indicações seguintes:
Nome da Criança, género (masculino ou feminino), idade, nome da mãe, patologia ou principais dificuldades, DATA de ANIVERSÁRIO, morada, contacto directo telefónico.
É pelo Brincar que tudo começa por isso TODOS deveríamos poder brincar.
Fonte: http://www.ajudas.com/notVer.asp?id=2196
Veículos híbridos terão...
Veículos híbridos terão ruído artificial para segurança dos pedestres
Redação do Site Inovação Tecnológica
Os veículos híbridos são tão silenciosos quando estão operando apenas com seus motores elétricos que eles estão se transformando em um risco para pedestres e, principalmente, para cegos e pessoas idosas.
Um segundo
Um estudo feito por psicólogos da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, afirma que um pedestre em perfeita saúde terá somente um segundo para detectar de forma audível a aproximação de um veículo híbrido rodando em velocidade baixa.
Segundo Laurence Rosenblum, coordenador do trabalho, a nova tecnologia de automóveis terá que receber modificações para não se transformar em um sério risco para os pedestres em geral, mas principalmente para crianças pequenas, idosos, cegos, corredores e ciclistas.
Silêncio dos veículos híbridos
Rosenblum analisou sons reais de automóveis comuns, com motores a combustão, e de veículo híbridos, rodando apenas com seus motores elétricos. Os resultados mostraram que um veículo híbrido deve estar 74% mais próximo do que um veículo com motor a combustão, para que as pessoas consigam identificar de qual lado ele está vindo.
"As pessoas podem avaliar corretamente a aproximação de um carro a combustão quando ele está a cerca de 9 metros de distância," explica o psicólogo. "Mas elas somente conseguem avaliar a direção de aproximação de um híbrido quando ele está a 2 metros de distância."
Som artificial
A experiência foi feita unicamente com os sons, sem que as pessoas estivessem vendo os carros, porque o objetivo direto da pesquisa é mensurar os riscos que os novos veículos criam para pessoas cegas.
Em velocidades mais altas, acima de 40 km/h, os ruídos dos pneus e do movimento do ar são suficientes para diminuir os riscos.
Segundo os pesquisadores, a solução mais simples e barata para o problema será a colocação de um pequeno alto-falante nos carros, emitindo um ruído característico nos momentos em que ele estiver se movimentando unicamente com o motor elétrico e abaixo dos 40 km/h. Links desta notícia University of California - Riverside
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/
Redação do Site Inovação Tecnológica
Os veículos híbridos são tão silenciosos quando estão operando apenas com seus motores elétricos que eles estão se transformando em um risco para pedestres e, principalmente, para cegos e pessoas idosas.
Um segundo
Um estudo feito por psicólogos da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, afirma que um pedestre em perfeita saúde terá somente um segundo para detectar de forma audível a aproximação de um veículo híbrido rodando em velocidade baixa.
Segundo Laurence Rosenblum, coordenador do trabalho, a nova tecnologia de automóveis terá que receber modificações para não se transformar em um sério risco para os pedestres em geral, mas principalmente para crianças pequenas, idosos, cegos, corredores e ciclistas.
Silêncio dos veículos híbridos
Rosenblum analisou sons reais de automóveis comuns, com motores a combustão, e de veículo híbridos, rodando apenas com seus motores elétricos. Os resultados mostraram que um veículo híbrido deve estar 74% mais próximo do que um veículo com motor a combustão, para que as pessoas consigam identificar de qual lado ele está vindo.
"As pessoas podem avaliar corretamente a aproximação de um carro a combustão quando ele está a cerca de 9 metros de distância," explica o psicólogo. "Mas elas somente conseguem avaliar a direção de aproximação de um híbrido quando ele está a 2 metros de distância."
Som artificial
A experiência foi feita unicamente com os sons, sem que as pessoas estivessem vendo os carros, porque o objetivo direto da pesquisa é mensurar os riscos que os novos veículos criam para pessoas cegas.
Em velocidades mais altas, acima de 40 km/h, os ruídos dos pneus e do movimento do ar são suficientes para diminuir os riscos.
Segundo os pesquisadores, a solução mais simples e barata para o problema será a colocação de um pequeno alto-falante nos carros, emitindo um ruído característico nos momentos em que ele estiver se movimentando unicamente com o motor elétrico e abaixo dos 40 km/h. Links desta notícia University of California - Riverside
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/
Banco de Equipamentos
Através de 800 instituições de solidariedade social, o projecto Banco de Equipamentos vai fazer chegar equipamentos eléctricos e informáticos a mais de 200 mil pessoas.
Fonte: Banco de Equipamentos vai chegar a 200 mil pessoas.
sábado, maio 17, 2008
Acordo Ortográfico e Livro Acessível
Encontro Técnico Acordo Ortográfico e Livro Acessível
A Câmara Brasileira do Livro realizará o Encontro sobre Acordo Ortográfico e Livro Acessível na próxima quarta-feira (14), das 9h30 às 18 horas, no Instituto Goethe, à Rua Lisboa, 974, em Pinheiros, São Paulo.
Especialistas do Ministério da Educação vão explicar e orientar a reforma em curso no Brasil e em outros países lusófonos. Rosely Boschini, presidente da CBL, explica que o evento é essencial, principalmente depois que o MEC publicou resolução exigindo que os livros didáticos a serem comprados para as escolas públicas a partir de 2010 já venham impressos com as novas normas ortográficas. "O MEC autorizou que as editoras façam essa adaptação a partir do ano que vem", comenta. Pela manhã, o professor Carlos Alberto Xavier, Assessor Especial do Ministério da Educação, falará sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e, em seguida, responderá às perguntas da platéia.
A professora Claudia Griboski, Diretora de Políticas de Educação Especial do MEC, falará no período da tarde sobre as diretrizes e necessidades do governo na área de educação especial, com o objetivo de orientar o mercado tanto para fomentar a produção de materiais acessíveis a todas as modalidades de necessidades especiais quanto para permitir melhor entendimento ecolaboração das editoras na preparação ou adaptação de livros acessíveis.
Após a palestra, devem acontecer oficinas temáticas sobre os seguintes assuntos: necessidades educacionais especiais, livros em Braille e caracteres ampliados, livro falado e Língua Brasileira de Sinais. Em cada oficina, haverá uma preleção por especialistas nas áreas mencionadas e um debate mais detalhado para dirimir dúvidas e orientar os participantes. Ao final, cada oficina deve resultar em um breve relatório para a plenária, por ocasião do encerramento do encontro.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:
9:30 – Recepção e Abertura
10:00 – Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: histórico, razões, cronograma de implantação e efeitos práticos
Palestrante: Carlos Alberto Ribeiro de Xavier – Assessor Especial do Ministério da Educação
Moderadora: Rosely Boschini – Presidente da Câmara Brasileira do Livro
12:00 – Intervalo para almoço
14:00 – Política Pública do Livro Acessível e Garantia do Direito à Educação
Palestrante: Claudia Maffini Griboski
Diretora de Políticas de Educação Especial da Secretaria de Educação
Especial do Ministério da Educação
Moderadora: Sonia Schwartz Coelho
Coordenadora Geral dos Programas do Livro do Fundo Nacional de
Desenvolvimento da Educação
15:00 – Oficinas Simultâneas
Tema 1 – Braille
Maria da Glória de Souza Almeida – Instituto Benjamin Constant
Regina Fátima de Oliveira – Comissão Brasileira do Braille
Tema 2 – Livro Falado e Daisy
Edgard Pinto Ferreira Filho – Fundação Dorina Nowill
Antonio Borges – Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tema 3 – Baixa Visão e Caracteres Ampliados
Profa. Maria Rita Campello Rodrigues – Instituto Benjamin Constant
Eliana Cunha Lima – Fundação Dorina Nowill
Tema 4 - Língua Brasileira de Sinais
Clélia Regina Ramos – Editora Arara Azul
Mario Malagodi Neto – Editora Arara Azul
16:30 – Intervalo para café
17:00 – Informes das oficinas
18:00 – Encerramento
Taxa de adesão:
R$ 120,00 (inclui almoço)
Forma de pagamento:
Depósito bancário em nome da Câmara Brasileira do Livro
Banco Itaú - Agência 0180
Conta corrente – 00157-0
O depósito deve ser identificado com o número de sócio na CBL, CNPJ da
empresa ou ainda com o CPF, no caso de pessoa física.
Local do evento:
Instituto Goethe – Rua Lisboa 974 – Pinheiros – São Paulo
Informações e inscrições:
Câmara Brasileira do Livro
Telefone (11) 3069 1300
e-mail: eventos2@cbl.org.br
Você está recebendo o CBL Informa Especial por meio da conta cbl@cbl.org.br. Boletim produzido pela Câmara Brasileira do Livro. Endereço: Rua Cristiano Viana, 91 - Pinheiros, CEP 05411-000, Telefax: (11) 3069-1300. Internet: http://www.cbl.org.br/. E-mail: cbl@cbl.org.br. Jornalista responsável: Ivani Cardoso-MTB 17.869. Sugestões ou críticas pelo e-mail comunicacao@cbl.org.br. Copyright 2003 - CBL.
A Câmara Brasileira do Livro realizará o Encontro sobre Acordo Ortográfico e Livro Acessível na próxima quarta-feira (14), das 9h30 às 18 horas, no Instituto Goethe, à Rua Lisboa, 974, em Pinheiros, São Paulo.
Especialistas do Ministério da Educação vão explicar e orientar a reforma em curso no Brasil e em outros países lusófonos. Rosely Boschini, presidente da CBL, explica que o evento é essencial, principalmente depois que o MEC publicou resolução exigindo que os livros didáticos a serem comprados para as escolas públicas a partir de 2010 já venham impressos com as novas normas ortográficas. "O MEC autorizou que as editoras façam essa adaptação a partir do ano que vem", comenta. Pela manhã, o professor Carlos Alberto Xavier, Assessor Especial do Ministério da Educação, falará sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e, em seguida, responderá às perguntas da platéia.
A professora Claudia Griboski, Diretora de Políticas de Educação Especial do MEC, falará no período da tarde sobre as diretrizes e necessidades do governo na área de educação especial, com o objetivo de orientar o mercado tanto para fomentar a produção de materiais acessíveis a todas as modalidades de necessidades especiais quanto para permitir melhor entendimento ecolaboração das editoras na preparação ou adaptação de livros acessíveis.
Após a palestra, devem acontecer oficinas temáticas sobre os seguintes assuntos: necessidades educacionais especiais, livros em Braille e caracteres ampliados, livro falado e Língua Brasileira de Sinais. Em cada oficina, haverá uma preleção por especialistas nas áreas mencionadas e um debate mais detalhado para dirimir dúvidas e orientar os participantes. Ao final, cada oficina deve resultar em um breve relatório para a plenária, por ocasião do encerramento do encontro.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:
9:30 – Recepção e Abertura
10:00 – Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: histórico, razões, cronograma de implantação e efeitos práticos
Palestrante: Carlos Alberto Ribeiro de Xavier – Assessor Especial do Ministério da Educação
Moderadora: Rosely Boschini – Presidente da Câmara Brasileira do Livro
12:00 – Intervalo para almoço
14:00 – Política Pública do Livro Acessível e Garantia do Direito à Educação
Palestrante: Claudia Maffini Griboski
Diretora de Políticas de Educação Especial da Secretaria de Educação
Especial do Ministério da Educação
Moderadora: Sonia Schwartz Coelho
Coordenadora Geral dos Programas do Livro do Fundo Nacional de
Desenvolvimento da Educação
15:00 – Oficinas Simultâneas
Tema 1 – Braille
Maria da Glória de Souza Almeida – Instituto Benjamin Constant
Regina Fátima de Oliveira – Comissão Brasileira do Braille
Tema 2 – Livro Falado e Daisy
Edgard Pinto Ferreira Filho – Fundação Dorina Nowill
Antonio Borges – Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tema 3 – Baixa Visão e Caracteres Ampliados
Profa. Maria Rita Campello Rodrigues – Instituto Benjamin Constant
Eliana Cunha Lima – Fundação Dorina Nowill
Tema 4 - Língua Brasileira de Sinais
Clélia Regina Ramos – Editora Arara Azul
Mario Malagodi Neto – Editora Arara Azul
16:30 – Intervalo para café
17:00 – Informes das oficinas
18:00 – Encerramento
Taxa de adesão:
R$ 120,00 (inclui almoço)
Forma de pagamento:
Depósito bancário em nome da Câmara Brasileira do Livro
Banco Itaú - Agência 0180
Conta corrente – 00157-0
O depósito deve ser identificado com o número de sócio na CBL, CNPJ da
empresa ou ainda com o CPF, no caso de pessoa física.
Local do evento:
Instituto Goethe – Rua Lisboa 974 – Pinheiros – São Paulo
Informações e inscrições:
Câmara Brasileira do Livro
Telefone (11) 3069 1300
e-mail: eventos2@cbl.org.br
Você está recebendo o CBL Informa Especial por meio da conta cbl@cbl.org.br. Boletim produzido pela Câmara Brasileira do Livro. Endereço: Rua Cristiano Viana, 91 - Pinheiros, CEP 05411-000, Telefax: (11) 3069-1300. Internet: http://www.cbl.org.br/. E-mail: cbl@cbl.org.br. Jornalista responsável: Ivani Cardoso-MTB 17.869. Sugestões ou críticas pelo e-mail comunicacao@cbl.org.br. Copyright 2003 - CBL.
Todos os direitos reservados.
Ben Shaw
Ben Shaw Carsale - Um ex-soldado das tropas britânicas, que perdeu a visão ao ser atingido por uma bomba durante um combate no Iraque, teve uma experiência diferente no último final de semana. Ben Shaw pilotou um Ferrari 360 Modena no circuito de Knockhill, na Escócia, seu país de origem, a uma velocidade de 112 km/h.
E não faltaram incentivos. Shaw recebeu o apoio de milhares de espectadores que estavam na Motorfair, a maior feira de automóveis do país.
Com a experiência, Shaw pode até superar o recorde mundial de velocidade para cegos, que é de 193 km/h sobre uma motocicleta. Assim que foi atingido pela bomba, há mais de um ano, Shaw perdeu imediatamente a visão de um olho, e infelizmente os médicos foram incapazes derecuperar a outra, após o acidente.
Fonte: http://carsale.uol.com.br/noticias/ed101not9392.shtml
E não faltaram incentivos. Shaw recebeu o apoio de milhares de espectadores que estavam na Motorfair, a maior feira de automóveis do país.
Com a experiência, Shaw pode até superar o recorde mundial de velocidade para cegos, que é de 193 km/h sobre uma motocicleta. Assim que foi atingido pela bomba, há mais de um ano, Shaw perdeu imediatamente a visão de um olho, e infelizmente os médicos foram incapazes derecuperar a outra, após o acidente.
Fonte: http://carsale.uol.com.br/noticias/ed101not9392.shtml
Artigo no Mensageiro UTAD
A Semana das Engenharias da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), com o tema "ajudar as pessoas com a tecnologia e acessibilidade", decorreu entre os dias 5 e 11de Maio. O núcleo de alunos de Eng. de Reabilitação e Acessibilidades Humanas (NAERA) levou a cabo diversas actividades com o intuito de "sensibilizar" as pessoas não portadoras de deficiência para os problemas num "país pouco desenvolvido na área da reabilitação".
"Este é o primeiro evento organizado pelo núcleo do nosso curso, mas queremos fazer mais a favor da sensibilização das pessoas", explicou David Fonseca, presidente do NAERA. Com uma exposição no centro comercial Dolce Vita de Vila Real, os alunos do recém criado curso de engenharia da UTAD alertaram os visitantes para questões como a "mobilidade em cadeira de rodas ou sem recurso à visão" e ainda para a "necessidade de adaptação de brinquedos", para as crianças portadoras de deficiência.
A iniciativa do NAERA abrangeu ainda o desporto, "pois é uma das melhores formas de superar obstáculos", referiu David Fonseca. A modalidade escolhida foi o basquetebol adaptado, com a equipa da APD Paredes a mostrar as suas habilidades na cidade vila-realense. A equipa a competir a nível nacional é orientada por Ana Lúcia, aluna da Licenciatura em Ciências do Desporto na academia transmontana. "Estas incitativas são muito importantes para a sensibilização, pois as dificuldades existem e é preciso alertar as mesmas", referiu a treinadora. Quanto à modalidade, Ana Lúcia diz que é "ainda pouco conhecida». "Apesar de haver competição a nível nacional, dividida em duas zonas, norte e sul, ainda é pouco conhecido o basquetebol em cadeira de rodas. Este tipo de iniciativas também são boas para a divulgação desta actividade."
No final de uma semana dedicada à "sensibilização para a reabilitação", David Fonseca fala com surpresa quanto ao número de visitantes. "Foram muitas as pessoas que passaram pelo Dolce Vita. Não esperávamos tanta participação e tanto interesse por parte dos visitantes." Para o responsável pelo NAERA, este foi mais um passo para a "mudança necessária", "É preciso organizar mais iniciativas como esta, para mostrar o que é preciso mudar e lutar contra as barreiras existentes em Portugal."
Frederico Correia
"Este é o primeiro evento organizado pelo núcleo do nosso curso, mas queremos fazer mais a favor da sensibilização das pessoas", explicou David Fonseca, presidente do NAERA. Com uma exposição no centro comercial Dolce Vita de Vila Real, os alunos do recém criado curso de engenharia da UTAD alertaram os visitantes para questões como a "mobilidade em cadeira de rodas ou sem recurso à visão" e ainda para a "necessidade de adaptação de brinquedos", para as crianças portadoras de deficiência.
A iniciativa do NAERA abrangeu ainda o desporto, "pois é uma das melhores formas de superar obstáculos", referiu David Fonseca. A modalidade escolhida foi o basquetebol adaptado, com a equipa da APD Paredes a mostrar as suas habilidades na cidade vila-realense. A equipa a competir a nível nacional é orientada por Ana Lúcia, aluna da Licenciatura em Ciências do Desporto na academia transmontana. "Estas incitativas são muito importantes para a sensibilização, pois as dificuldades existem e é preciso alertar as mesmas", referiu a treinadora. Quanto à modalidade, Ana Lúcia diz que é "ainda pouco conhecida». "Apesar de haver competição a nível nacional, dividida em duas zonas, norte e sul, ainda é pouco conhecido o basquetebol em cadeira de rodas. Este tipo de iniciativas também são boas para a divulgação desta actividade."
No final de uma semana dedicada à "sensibilização para a reabilitação", David Fonseca fala com surpresa quanto ao número de visitantes. "Foram muitas as pessoas que passaram pelo Dolce Vita. Não esperávamos tanta participação e tanto interesse por parte dos visitantes." Para o responsável pelo NAERA, este foi mais um passo para a "mudança necessária", "É preciso organizar mais iniciativas como esta, para mostrar o que é preciso mudar e lutar contra as barreiras existentes em Portugal."
Frederico Correia
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