segunda-feira, julho 16, 2007

Aprovado táxi para deficientes

O concelho da Maia passará a dispor de um táxi preparado para pessoas com mobilidade reduzida. A proposta para a alteração de uma licença de transporte foi aprovada, ontem à tarde, em reunião do Executivo municipal. "Um motorista que tinha um táxi normal e optou por mudar a licença, passando a conduzir um veículo adaptado ao transporte de pessoas com deficiência", explicou o presidente da Câmara maiata, Bragança Fernandes, admitindo que possa tratar-se do "primeiro exemplo no país"."
É uma iniciativa importante", enfatizou o autarca. Bragança Fernandes acrescentou que, apesar de este ser o primeiro exemplo, a Câmara da Maia poderá autorizar outros veículos para transporte de deficientes, caso haja interessados ou se verifique essa necessidade.

Actividades de Geologia no Verão

O Departamento de Geologia da FCUL volta a oferecer actividades de Geologia no Verão, realizadas no âmbito do Ciência Viva, especialmente destinadas a participantes com deficiência. São acções inclusivas onde procuramos somar ao valor cultural e social da divulgação da Ciência a mais-valia da integração de todos os cidadãos.
Divulgue esta mensagem!
Inscrições para breve em:www.cienciaviva.ptou pelo telefone 808 200 205
Obrigado
Francisco FatelaGeoFCUL

Crean un mouse económico para personas con discapacidad motriz

Los inventores harán pruebas finales con usuarios antes de distribuirlo gratisUna webcam, una lamparita y papel celofán son suficientes para que las personas incapacitadas de utilizar las manos por una enfermedad, un accidente o una amputación puedan usar la computadora con mayor comodidad. Se trata de un mouse económico y fácil de armar en el hogar que puede utilizar tics, gestos, movimientos inconscientes e indicaciones con la cabeza para funcionar. Según el equipo de docentes y estudiantes de la Escuela Técnica ORT (sede Belgrano) que desarrollaron el nuevo sistema emulador de mouse, la principal diferencia con los equipos importados o nacionales es que será gratuito. "Nuestro objetivo era crear un sistema económico que pudiera usarse en cualquier computadora, no en una máquina adaptada, y que fuera de bajo nivel de entrenamiento del usuario. Existen otros dispositivos similares, pero el nuestro es muchísimo más económico para armar. Además, se usa con el movimiento de la cabeza sin agregar dispositivos a la computadora. Sólo se necesita una webcam común y corriente", explicó a LA NACION el profesor Darío Mischener, director de Orientación TIC (Tecnología de Información y Comunicaciones) de la escuela. Sujeta a una vincha, un gorro o un casco que usará el usuario, la webcam interactúa con un emisor infrarrojo colocado sobre la pantalla de la computadora, previa configuración de un software sencillo de usar que transforma a los movimientos de la cabeza del usuario (sí o no), sus tics, gestos y movimientos involuntarios en un clic, un doble clic o el desplazamiento del mouse. Peculiar y accesiblePara que la webcam y el emisor infrarrojo se comuniquen, los jóvenes inventores instalaron un peculiar -y muy accesible- filtro infrarrojo: un pedacito de celofán azul sobre otro de celofán rojo delante de la lente de la cámara. Como emisor se puede usar un LED infrarrojo o una simple lamparita con la misma combinación de papeles celofán. "Básicamente, incluimos en el emulador del mouse tres modos de uso: la activación de comandos (clic), el desplazamiento por la pantalla, la navegación en Internet y el arrastre de objetos por la pantalla", agregó Mischener. El equipo de inventores está formado también por Alan Kharsansky y David Vilaseca, del equipo docente de Orientación TIC, y alumnos de 5° y 6° año. El desarrollo, cuya patente está en trámite, cuenta con el apoyo del Centro de Tecnologías para la Discapacidad del INTI, que dirige el ingeniero Rafael Kohanoff. Cuando los docentes de Orientación TIC de la escuela recién comenzaron con el proyecto del emulador de mouse, el objetivo era dotar al dictado de la materia Realidad Virtual con más equipamiento. Pero la visita de los especialistas del INTI a la sede Belgrano de la escuela reorientó el desarrollo hacia la discapacidad. El contacto con la Fundación Centro de Apoyo al Discapacitado Ricardo Garballo facilitó la realización de las primeras pruebas, que demostraron la efectividad del dispositivo ante necesidades reales, como parálisis, hemiplejia del lado del brazo hábil del cuerpo o amputaciones de brazos o manos, entre muchas otras. "En esas pruebas nos dimos cuenta de la falta de conocimiento que teníamos sobre la discapacidad -recordó Mischener-. Nos encontramos que la figura del usuario que nos habíamos construido mentalmente durante las pruebas en laboratorio no existía." Rápidamente, el equipo le realizó al software los ajustes necesarios y el proyecto funcionó a la perfección. "Ahora, si me preguntás si con las pruebas que hicimos el producto es un 100% utilizable al día de hoy, tengo que decir que no -aclaró el inventor-. Necesitamos iniciar la última etapa, de prueba en más usuarios, para poder introducir algunos ajustes finales." Para ello, justamente, el INTI "apadrinó" a los inventores ante la Secretaría de Ciencia y Tecnología (Secyt). Allí, una comisión técnica evaluadora de la Dirección Nacional de Programas y Proyectos Especiales consideró el nuevo sistema un "proyecto futuro, emblemático y de envergadura" y le concedió 11.000 pesos para financiar esa última etapa para acercar el emulador de mouse a quienes lo necesitan (informes: tic@ort.edu.ar)."La idea es entregar gratuitamente el software y los planos para la conexión del emisor infrarrojo y la webcam para que lo puedan usar todas las personas con alguna imposibilidad de usar las manos. No queremos que exista la necesidad de tener que depender de un proveedor. Para nosotros, la acción solidaria consiste en la transferencia de conocimiento; en este caso, mediante el aporte de una solución a una parte de la población", explicó Mischener. Para asistir a los futuros usuarios, los alumnos crearán más adelante una mesa de ayuda técnica vía Internet, que funcionará a través de correo electrónico o foros de debate.Por Fabiola

Cadeira de rodas anfíbia auxilia deficientes na praia

Os deficientes motores já podem ir a banhos na praia Vasco da Gama, na cidade de Sines, recorrendo a uma cadeira de rodas anfíbia, disponibilizada ao abrigo do projecto da Bandeira «Praia Acessível», hoje hasteada.

O novo equipamento, também chamado de tiraló, permite o transporte de pessoas com mobilidade condicionada até à água para aí se banharem.
A funcionalidade da cadeira, oferecida pela empresa Vodafone, foi demonstrada ao final da manhã de hoje pelos nadadores salvadores da associação Resgate e por um utente da Cercisiago (Cerci de Santiago do Cacém), instituição que acolhe deficientes motores e mentais.
A disponibilização de tiralós, canadianas anfíbias ou outros instrumentos auxiliares, que possibilitem o acesso à água das pessoas com deficiência, é um dos objectivos do projecto «Praia Acessível/ Praia para Todos», coordenado pelo Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência (SNRIPD).
O município alentejano de Sines associou-se este ano à iniciativa, com a candidatura de duas praias do concelho (Vasco da Gama e São Torpes, ambas com Bandeira Azul) à atribuição da Bandeira «Praia Acessível».
A primeira bandeira foi içada hoje, na praia da cidade, seguindo-se o hastear na praia de São Torpes, prevista para depois de terminada a instalação de casas-de-banho para deficientes e a criação de passadeiras.
A atribuição do galardão certifica a acessibilidade da praia a pessoas com mobilidade condicionada, partindo de critérios como estacionamento ordenado, instalações sanitárias adaptadas, rampas de acesso às praias e condições de mobilidade no areal e na água. Marisa Santos, vereadora do Turismo na Câmara de Sines, congratulou- se com a aprovação da candidatura da praia Vasco da Gama, sublinhando que se trata de «um acto de grande importância».
«Esta praia é mais um motivo de orgulho, porque tem todas as condições especificas de acessibilidade e tem a partir de hoje à disposição uma cadeira de rodas anfíbia, indispensável para que todos possam usufruir dos prazeres da praia, como tomar banho», disse, durante a cerimónia.
Duarte Lynce de Faria, do Conselho de Administração do Porto de Sines, entidade com jurisdição naquela praia, salientou igualmente a existência de «oportunidades de lazer para todos, sem qualquer discriminação».
O projecto «Praia Acessível, Praia para Todos» traduz-se na atribuição anual da respectiva bandeira a praias costeiras e fluviais de todo o país e nasceu de uma iniciativa da Comissão Nacional de Coordenação para o Ano Europeu das Pessoas com Deficiência (CNCAEPD).
«Este tipo de projectos possibilita que os cidadãos com deficiência tenham os mesmos direitos, as mesmas igualdades que todos nós e que possam usufruir da praia», acentuou Margarida Baltasar, da Cercisiago.
Para além das duas praias no concelho de Sines, existem no Alentejo mais cinco bandeiras de «Praia Acessível», uma no município de Santiago do Cacém (Costa de Santo André) e quatro em Grândola (Comporta, Atlântica, Carvalhal e Pego).

Fonte: Diário Digital / Lusa

Filme da BBDO finalista em Cannes

domingo, julho 01, 2007

Quadros Interactivos e Crianças com Surdez: uma experiência positiva!

É já do conhecimento comum que as novas tecnologias permitiram grandes avanços a nível do trabalho desenvolvido junto de crianças com necessidades educativas especiais. Como instrumentos de comunicação alternativa, como recurso pedagógico de desenvolvimento de novas competências, como ambiente de múltiplas expressões, as tecnologias oferecem a estas crianças possibilidades que nunca puderam usufruir antes. Estudos desenvolvidos em diversos países comprovam mesmo que os resultados obtidos são altamente positivos.

"Quer o pessoal, quer os alunos da nossa escola são peritos em adoptar novas ideias e novas tecnologias, que possam sobretudo melhorar as oportunidades de ensino e de aprendizagem nas salas de aula. Os quadros interactivos revelaram-se uma ferramenta dinâmica, visualmente atractiva e acessível, que ajuda os alunos a obter melhores resultados. Este case study vem precisamente demonstrar que esta nova tecnologia é particularmente benéfica para trabalhar com crianças surdas. O quadro interactivo foi utilizado nas aulas de Língua Gestual Inglesa. O objectivo principal consistiu em: proporcionar oportunidades para desenvolver competências em TIC nas diversas áreas curriculares e permitir aos alunos ganhar confiança a gosto a partir das actividades que realizam com a nova ferramenta.

A aprendizagem da linguagem gestual é uma actividade que requer um ambiente visuo-espacial dinâmico e interactivo, que necessita de formas de apresentação e troca de informação que traduzam os pensamentos dos alunos. Foram realizadas diversas actividades que envolveram os quadros interactivos durante 10 meses. Uma dessas actividades denominou-se "Morcegos de Papel", que terminou com uma apresentação em PowerPoint acerca do que se aprendeu com ela.
A primeira tarefa era levar as crianças a construir o texto relativo às instruções de construção do morcego. Foi pedido às crianças que escrevessem cada passo dessa construção, com frases simples, que comecem com um verbo. A segunda tarefa seria apresentar esse trabalho a um público convidado para o efeito, recorrendo ao Quadro Interactivo. As crianças divertiram-se bastante! A grande dimensão do quadro permitiu que todas as crianças pudessem aceder ao quadro. A quantidade de linguagem e comunicação gerada à volta da actividade foi fantástica. As crianças não se sentiram intimidadas pelas interpelações do público por causa do elevado nível de interactividade da tarefa. Se lhes tivesse pedido para o fazerem manualmente com papel e cola, teriam sentido menos confiança. Numa actividade realizada em conjunto e "ao vivo", os erros puderam ser discutidos e resolvidos em público, sem precisar de riscos e cruzes a vermelho. Por fim, as crianças puderam visualizar num mesmo ecrã todas as etapas de construção do morcego.

Em jeito de avaliação, registamos os seguintes pontos:
As crianças surdas não têm a possibilidade de estar a trabalhar num computador e ouvir em simultâneo as instruções do professor. A sua atenção visual só pode estar focada numa coisa de cada vez. A criança tem que olhar para o ecrã, depois olhar apenas para o professor, entender a informação e só depois voltar ao ecrã. Com o quadro interactivo, a sua aprendizagem pode ser bastante melhorada. As crianças podem reunir-se à volta de um ecrã gigante e ficar completamente envolvidas naquilo que precisam de saber e fazer.
A facilidade em tomar notas e fazer comentário, guardá-los e imprimi-los revelou-se extremamente útil.
Mesmo para crianças que também têm problemas visuais, o ecrã de grandes dimensões, com objectos, textos e ícones grandes facilitou bastante a sua actividade e participação.
A longo prazo, sentimos também que as crianças melhoraram a sua auto estima e orgulho pelo seu trabalho.
As oportunidades para desenvolver actividades interactivas foram imensas. Os alunos sentem-se envolvidos, pelo seu visual apelativo e pela facilidade de acesso.
As crianças mais pequenas aprenderam a manusear mais facilmente esta tecnologia, mesmo sem saber utilizar o computador e controlar o rato.
Verificámos que mesmo nas crianças mais pequenas, ou com défices de atenção, conseguiram dedicar períodos de tempo mais vastos a uma mesma actividade.
A conclusão final a que podemos chegar é que o projecto foi um sucesso e que acreditamos no potencial que esta tecnologia tem para oferecer, em especial às crianças com surdez. É difícil definir se o sucesso virá do estilo educativo do professore ou da própria tecnologia. Eu diria que serão os dois".
Autor: Alison Carter, Fonte: http://www.bgfl.org/bgfl/custom/resources_ftp/client_ftp/teacher/ict/whiteboards/index.htm
Imagens: Miguel Castro e José Gomes

quinta-feira, junho 21, 2007

Multibanco Fora da Lei

Feira Social da Mobilidade e Acessibilidade

A Câmara Municipal de Coimbra através da Divisão de Acção Social e Família - Rede Social (Grupo de trabalho: Acessibilidades) vai levar a cabo uma acção denominada "Feira Social da Mobilidade e Acessibilidade", nos dias 3 e 4 de Julho de 2007 no Pavilhão Multidesportos.

Assim e no âmbito dos objectivos do Município Cidade Solidária e Saudável bem como das orientações do Ano Europeu para a Igualdade de Oportunidades para Todas e Todos - Por Uma Sociedade Justa - 2007, esta Feira Social pretende afirmar a co-responsabilidade sistémica entre a sociedade, Estado e Instituições, enquanto actores sociais empenhados e unidos na construção de uma sociedade mais justa e equitativa.

O evento contará assim com a presença de diversas instituições: IPSS, entidades oficiais, assim como de empresas ligadas ao ramo da mobilidade e acessibilidade.

Pretende-se com a "Feira Social da Mobilidade e Acessibilidade" contribuir para a divulgação junto da comunidade, de projectos de âmbito social, dando a conhecer o desempenho das instituições junto dos seus utentes, dignificando assim o trabalho desenvolvido, consolidando e estreitando laços no espírito das parcerias. Pretende-se ainda, divulgar produtos facilitadores da mobilidade e acessibilidade, apresentados quer por instituições, quer por empresas.

No dia 3 de Julho a "Feira Social da Mobilidade e Acessibilidade"estará aberta à população das 14:00H às 20:00H.

Na noite do dia 3, pelas 21h realizar-se-à um Concerto Musical de Solidariedade no mesmo espaço, com a presença dos seguintes grupos:

- 5ª Punkada do NRC-APPC;

- Rebus Stare da APPACDM;

- Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra;

- Orquestra Clássica do Centro;

- André Sardet.

No dia 4 de Julho, Dia da Cidade e feriado municipal, a "Feira Social da Mobilidade e Acessibilidade" estará aberta ao público das 10:00H às 22:00H.

Divisão de Acção Social e Família

segunda-feira, junho 18, 2007

Cegos nas escolas

Alunos cegos frequentam, neste ano lectivo, 591 escolas básicas e secundárias a Há uma instrução que Amélia Lopes dá sempre aos alunos no primeiro dia de aulas: nunca ponham o dedo no ar quando quiserem pedir a palavra - a professora é cega. Há coisas, como sair da escola para experimentar tocar nas plantas ou nas pedras, que Margarida Loureiro considera fundamentais para aqueles que ensina - alguns são cegos.

Como aprende quem não vê? Foi do que se falou, numa manhã desta semana, no aparthotel de Lisboa onde Fernando Santos, cego, passou 11 dias a socorrer-se apenas da Internet para cumprir diversas tarefas do dia-a-dia, numa iniciativa que testou a acessibilidade dos sites portugueses.

E, a avaliar pelo que conta quem passou por esta experiência, é muitas vezes vencendo quase tudo o que a rodeia que uma pessoa que não vê aprende e completa o percurso académico. Há dificuldades que são óbvias, mas há outras que conseguem surpreender.
É esta expressão - surpresa - que Margarida Loureiro, professora de educação especial de alunos com baixa visão e cegos, utiliza. "O que me tem surpreendido é a atitude de alguns médicos na relação com os miúdos cegos e as famílias."

Com isso, diz, não estava mesmo a contar.

Uma das estudantes que a professora acompanha tinha uma carta de uma oftalmologista a dizer que precisava de frequentar uma escola especial. E quando a médica, numa consulta posterior, percebeu que a criança continuava no ensino regular, disse: "Mas o que é que ela está a fazer na escola? Ela não consegue aprender." Margarida conta, porque estava lá - vai com os estudantes às consultas.
Outro aluno não começou a aprender antes dos nove anos. "Só tivemos conhecimento dele quando o irmão mais novo entrou para a escola", na zona de Sintra, recorda Margarida Loureiro.
Nunca tinha tido qualquer contacto com braille nem com alguma espécie de ensino.
Amélia Lopes, cega, professora de Português e Francês no ensino regular, esteve até mais tarde alheada do mundo. Nasceu numa aldeia do interior, filha de pais analfabetos. Aos seis meses teve sarampo; correu muito mal.

"Apanhou-me os olhos. Não me pergunte como nem porquê, mas foi isso que me cegou. Nunca
tive uma visão que me desse a possibilidade de ir à escola como qualquer outra criança." Aos 17 anos deixou por completo de ver.

Com 18 disse aos pais que vinha a uma consulta de Oftalmologia a Lisboa e nunca mais regressou. Começou por vir ter com uma prima. Aprendeu braille, preparou-se para o exame da 4.ª classe. Nunca mais parou de estudar. Licenciou-se na Faculdade de Letras.
Agora, aos 53 anos, continua a dar aulas e a sentir que "é preciso preparar os professores" que estão nas escolas: "Uma pessoa cega [professor ou aluno] não é um extraterrestre e não traz as dificuldades que eles às vezes pensam que traz."

Quando se fala em dificuldades, Ana Oliveira, cega, de 39 anos, pensa logo nos tempos de faculdade. "Não havia professores de apoio, não havia livros [em braille], não havia nada."
Ana gravava as aulas para depois estudar. Mas como estava muito habituada a estudar por apontamentos (no ensino secundário anotava tudo numa máquina de braille, à medida que os professores falavam), era-lhe difícil reter a matéria quando apenas a ouvia. "Dava-me ao trabalho de passar as cassetes todas para braille, por isso o curso demorou seis ou sete anos."
Diz que pelo meio se apaixonou pela informática. E levar um computador portátil para as aulas "fez toda a diferença". Alguns professores continuavam a falar muito depressa, mas ela escrevia "bastante rápido".

Fonte: http://jornal.publico.clix.pt/

sábado, junho 16, 2007

Bike Tour Bicicletas duplas permitem a participação de invisuais

Na segunda edição do Bike Tour vai ser possível o aluguer de kits que incluem bicicletas duplas, que permitem a participação de invisuais que podem ser acompanhados por um guia que os orientará ao longo da prova. "É importante que se trabalhem questões como a igualdade, principalmente quando atravessamos o Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos", disse Rui Cunha, provedor da Santa Casa da Misericórdia, uma das presenças na apresentação oficial da bicicleta, que ocorreu ontem, no centro de reabilitação de Alcoitão.

Este progresso tornou-se possível graças à ligação entre a organização do evento, o Ministério do Trabalho, a secretária de Estado adjunta e da Reabilitação e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. A participação de invisuais abre novos horizontes na sociedade portuguesa que, segundo Idália Moniz, secretária de Estado adjunta e da reabilitação, "tem sofrido vários avanços ao longo dos últimos 30 anos. É uma sociedade que começa a aceitar a diferença", diz. Com o lema Pedalada... Só com a tua energia! a edição deste ano insere-se ainda numa campanha nacional levada a cabo pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT). "Que este lema incuta às pessoas a necessidade de viverem a vida só com a sua energia, não recorrendo a nenhum tipo de estupefacientes", diz João Goulão, presidente do IDT, também presente na cerimónia. Além disto, a iniciativa pretende alertar para um estilo de vida cada vez mais sedentário e para a defesa de hábitos mais saudáveis.

O Bike Tour foi pensado para não praticantes de cicloturismo, com idade superior a 12 anos, e para proporcionar aos participantes um convívio saudável, assim como a oportunidade de admirar e descobrir lugares numa perspectiva diferente da que têm habitualmente nos meios de transporte motorizados. Este ano o evento divide-se em duas edições. A primeira em Lisboa, a 24 Junho, com início na Ponte Vasco da Gama e final no Parque das Nações. E, pela primeira vez, no Porto, a 22 Julho, com início em Gaia e final na Foz do Porto. Inês Caridade

Fonte: http://jornal.publico.clix.pt/

quinta-feira, junho 14, 2007

Cego vai testar acesso à Internet

Um cego vai fechar-se em casa, a partir de hoje e durante cinco dias, para testar a acessibilidade à Internet por parte dos deficientes visuais portugueses. A experiência vai ser realizada em plena campanha presidencial pela inclusão.

Fernando vai tentar marcar consultas pela Internet, comprar alimentos, procurar atendimento na câmara municipal, pagar a conta da água e comprar um bilhete para um espectáculo musical. Estes serão alguns dos testes para verificar até que ponto a sociedade portuguesa terá adoptado a internet como meio de integração da pessoa com deficiência.

A iniciativa ,denominada Integra21, tem o patrocínio do presidente da República e resulta de uma parceria entre a Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) e a Associação do Comércio Electrónico de Portugal (ACEPO), através da empresa Vector21, do sector de tecnologias de informação.

"Não se trata de um teste de sobrevivência", já que Fernando vai ter em casa comida e outros bens essenciais, explicou à Lusa a representante da empresa, que pretende verificar o número de sites a que Fernando consegue aceder durante aquele período. "Acredito que não vai conseguir fazer uma compra on-line", afirmou Teresa Marta, distinguindo entre a possibilidade de acesso aos sites e a efectivação do acto de compra.

Será pedido a Fernando que compare também a experiência de compras pela internet com a de compras presenciais. Um objecto simples, como um CD, permitirá verificar se são maiores as barreiras físicas colocadas a cegos ou as da Internet.

Os sites da administração pública, muitos deles pela falta de actualização de dados, e os de aquisição de produtos comerciais deverão ser os que maiores obstáculos trarão à experiência para que Fernando se voluntariou.

Fonte: http://jn.sapo.pt/

domingo, junho 03, 2007

Movimento de Trabalhadores Portadores de Deficiência em defesa dos Benefícios Fiscais

Exmos/as. Sr/as.,


Os benefícios fiscais em sede de IRS, que as pessoas portadoras de um grau de deficiência igual ou superior a 60% têm auferido desde 1988, não são uma benesse, nem os 39.000 cidadãos a quem o Governo já cortou uma parte dos benefícios, são, como este pretendeu fazer crer, privilegiados.

Essa é a nossa convicção e por isso iniciámos este Movimento de Trabalhadores Portadores de Deficiência em defesa dos Benefícios Fiscais para o qual vamos pedir o apoio das associações de pessoas com deficiência e dos sindicatos.

As nossas razões, que julgamos poder ser subscritas por todos os atingidos, estão expressas no Manifesto que pode ser consultado no site electrónico em: http://xbarreiros.no.sapo.pt/mtpd-bfiscais/ (o endereço ainda é provisório). Aí colocaremos toda a informação e temos um email (mtpd.bfiscais@gmail.com) que devem usar para nos contactar. Pedimos às pessoas com deficiência e dispostas a reagir contra esta medida, que nos contactem logo que possível.

Embora conscientes de que este processo encontrará obstáculos e, porventura, algumas incompreensões, estamos seguros que é uma causa digna e seguramente solidária, que se traduzirá, no final, pela necessária reposição dos benefícios fiscais.

Filmes nacionais com audiodescrição

No próximo dia 10 (domingo), o Lusomundo Gallery assinala o Dia de Portugal com a emissão de 12 filmes lusos, oito dos quais com serviço de audiodescrição narração adicional à banda sonora do filme ou programa, destinada a cegos e amblíopes. São eles: "Quaresma", "Rasganço", "Esquece tudo o que eu te disse", "Jaime", "O delfim", "Tarde de mais" e "Alice".

Hoje, comemora-se o quarto ano sobre o início das emissões deste canal por assinatura do cabo e do Lusomundo Premium. Além dos filmes portugueses, o Gallery vai ainda exibir, de 18 a 24 próximos, o ciclo "Sete faces de Tom Cruise", com muitos dos filmes protagonizados pelo actor. Já o Premium reforça a sua selecção de estreias, nas noites de sexta-feira, com a apresentação de algumas películas que mais se destacaram no ano passado nas salas de cinema "Walk the line", com Reese Wintherspoon, que recebeu um óscar para melhor actriz e Joaquin Phoenix , "Syriana", com George Clooney, "A pantera cor-de-rosa", Steve Martin no papel do inspector "Jacques Clouseau", "Aeon flux", com Charlize Theron, e "Miami vice", inspirado na série de televisão, com Jamie Foxx e Collin Farrell.

Sócrates "oferece" portáteis

O primeiro-ministro foi ao Parlamento, ontem, "oferecer" computadores portáteis a cerca de meio milhão de pessoas. Não é exactamente uma dádiva, mas um acesso, a preço reduzido, a computadores e ligação à Internet em banda larga. Os beneficiários serão estudantes, professores e trabalhadores inscritos no programa de Novas Oportunidades

O programa, que envolverá cerca de 500 mil pessoas, vai ser financiado através de um fundo, constituído por verbas das contrapartidas contratualizadas pelo Estado com os operadores que obtiveram licenciamento das comunicações móveis de terceira geração.

A apresentação do programa foi bem recebida pela Oposição, que, de uma forma genérica, elogiou a iniciativa do Governo, o que permitiu ao primeiro-ministro argumentar que os governos anteriores nada fizeram para rentabilizar as tais contrapartidas disponíveis desde 1999.

Fonte: http://jn.sapo.pt/

quinta-feira, maio 31, 2007

Lei da Televisão aprovada pela maioria socialista sob críticas

A proposta de lei da Televisão foi hoje aprovada em votação final global pela maioria socialista, com críticas da oposição que considerou tratar-se de um diploma que já está desajustado à realidade.
Numa declaração de voto lida no plenário da Assembleia da República, o vice-presidente da bancada do PSD Agostinho Branquinho apontou «três razões centrais» para o voto contra dos sociais-democratas.
«Em primeiro lugar, esta proposta de lei está desajustada em relação aquilo que é já, hoje, o paradigma tecnológico e de mercado do audiovisual», criticou Agostinho Branquinho.
Por outro lado, acrescentou, a proposta de lei agora aprovada alarga de forma substancial o âmbito do serviço público, o que poderá vir a criar situações de «concorrência desleal».
Finalmente, o diploma prevê «um aumento significativo dos poderes da Entidade Reguladora para a Comunicação Social e não se estimulam os mecanismos de auto-regulação e de co-regulação, como será desejável», disse Agostinho Branquinho.
«É uma lei que não tem a ambição de perceber o que está a acontecer no audiovisual em todo o mundo. Uma lei que apenas consubstancia a fúria legislativa que o Governo tem nesta área», sublinhou o deputado social-democrata.
Pelo CDS-PP, que também votou contra a proposta de lei, o deputado Pedro Mota Soares assinalou o «grande retrocesso» que a nova lei imprime quanto à «protecção dos públicos mais sensíveis», deixando igualmente críticas ao facto da nova lei ser já «passado» em determinados aspectos, nomeadamente quanto à questão do acesso à televisão digital terrestre.
«Esta lei é uma oportunidade perdida. Daqui a seis ou sete meses já terá de ser revista», salientou Pedro Mota Soares.
O PCP, que se absteve na votação do diploma, apontou alguns aspectos positivos da nova lei, como o regresso do canal 2 da RTP ao serviço público, considerando, contudo, que o diploma tem também orientações «criticáveis e lamentáveis».
«Há uma falta de clareza da definição dos serviços informativos dos canais televisivos», destacou o deputado do PCP Bruno Dias.
O deputado do BE Fernando Rosas assinalou igualmente aspectos positivos da nova lei, nomeadamente a definição do regime de obrigações do serviço público, mas deixou também críticas a alguns aspectos do diploma.
«Em vários aspectos perderam-se oportunidades», lamentou, apontando como exemplo, o não reforço dos direitos dos públicos com necessidades especiais.
Em defesa do diploma, o deputado socialista Arons de Carvalho classificou a nova lei como inovadora, coerente, exigente, equilibrada e «atenta às necessidades especiais de alguns públicos».
Entre as várias medidas previstas no diploma, o Governo defende que a renovação das licenças de televisão dos operadores privados deve ser condicionada ao cumprimento das obrigações e ao acatamento de recomendações que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) faça nas suas avaliações regulares.
A proposta refere que o organismo regulador deve definir as obrigações das estações e que a renovação das licenças só deve ser feita se os canais cumprirem e aceitarem os encargos.
Mantendo o período de vigência de cada licença para exercício de actividade televisiva em 15 anos, o Governo decidiu introduzir igualmente avaliações intercalares dessas obrigações a cada cinco anos.
Outra das medidas prevista pelo diploma é a obrigação das televisões informarem o público sobre a programação dos seus canais com, pelo menos, 48 horas de antecedência.
Caso o alinhamento seja alterado sem qualquer razão excepcional, a proposta de lei prevê que seja instituída uma coima ao operador.
A proposta do Governo incide ainda na preparação, em termos de regulação, da entrada em Portugal da Televisão Digital Terrestre e do aprofundamento da oferta de canais de cariz regional.
Fonte: Diário Digital / Lusa

terça-feira, maio 29, 2007

CURSO TECNOLOGIA ASSISTIVA

CURSO TECNOLOGIA ASSISTIVA A SERVIÇO DA INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL

14 de junho de 2007
9h00 - 17h00

Objetivo do Curso
Informar e Instrumentalizar sobre os Recursos Existentes que Facilitam a Inclusão das Pessoas com Deficiência Visual no Seu Cotidiano, na Educação e no Trabalho

Realização
Laramara - Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual

Coordenadores
Robert Mortimer
Beto Pereira
Vanderlei Silvério

Público
"Profissionais (Tecnologias da Informação e da Comunicação) de
Escolas, Instituições de Ensino Superior, Empresas e Entidades
Voltadas para Inclusão de Pessoas com Deficiência e Estudantes de
Ensino Superior"

Valor do Curso: R$ 100,00 (cem reais) valor com desconto até o dia 11
de junho/07.
O valor inclui a inscrição no curso, coffee-break e certificado.

VAGAS LIMITADAS:
Faça sua reserva (11) 3660-6412 (Edinéia) ou por e-mail eventos@laramara.org.br
Data limite para inscrições com desconto para o curso: 11/06/2007
Enviar ficha preenchida à Laramara - Associação Brasileira de
Assistência ao Deficiente Visual para a Rua Conselheiro Brotero, 353 -
Barra Funda 01154.000 - São Paulo ou, via fax (11) 3662-0551 ou por
e-mail eventos@laramara.org.breventos@laramara.org.br, juntamente com
comprovante de depósito, favorecendo a Laramara, Banco Itaú - Ag. 1976
/ C/C 01800-0.
Maiores informações: (11) 3660-6412 - Edinéia Santana

segunda-feira, maio 28, 2007

Especialistas defendem tecnologias sem fios para buscas

A introdução de etiquetas de radiofrequência (RFID)pode ser uma maneira eficaz de encontrar pessoas que se encontrem dentro de redes sem fios, defendem alguns especialistas citados pela BBC. Os hospitais e escolas são os locais identificados que podem vir a beneficiar mais destas tecnologias juntas. Londres foi o palco do The Wireless Event, onde estiveram presentes empresas e especialistas ligados às tecnologias sem fios.

De acordo com Angelo Lamme, da Motorola, este é um método que poderá servir para identificar a localização de alguém durante um incêndio, dado que permite identificar a posição de toda a gente.
Já Markus Birl, chefe de wireless da Siemens, revela que a possibilidade de identificar a localização de pessoas ou objectos foi a principal razão para as empresas e instituições de saúde e ensino desenvolverem redes sem fios.
A Siemens aproveitou o evento para apresentar um sistema de identificação de pessoas e objectos desenvolvido em parceria com a finlandesa Ekahau.
O sistema utiliza etiquetas que têm de comunicar com pelo menos três pontos de acesso sem fios e a «informação é enviada para um servidor que segue o movimento da etiqueta a partir do ponto que recebe o sinal mais forte» explicou o responsável à BBC.
Para que o sistema funcione em pleno, tem de ser feito um mapa detalhado da área onde a rede foi instalada.
Markus Birkl considera que o sistema «é bastante útil para o sector da saúde, onde há vários equipamentos móveis caros que andam de um lado para o outro».
Mesmo considerando a utilização de etiquetas nas escolas, o responsável realça que tal deve «corresponder à compreensão das pessoas que as utilizam».
Contudo a questão das etiquetas tem vindo a causar alguma polémica, nomeadamente em relação à privacidade.
De acordo com a BBC, nos últimos tempos têm surgido algumas preocupações sobre a possível utilização de etiquetas de radiofrequência para monitorizar hábitos de consumo, apesar dos defensores da tecnologia afirmarem que não é possível ler as etiquetas a uma grande distância.
A grande questão surge na utilização destas duas tecnologias, razão pela qual Markus Birkl defender a «necessidade de criar standards para que a informação contida nas etiquetas não seja utilizada para outros fins».
«Mas existem claros benefícios para tornar as pessoas mais seguras», conclui o responsável.

Media Audiovisuais sem Fronteiras

Directiva UE: Serviços de Media Audiovisuais sem Fronteiras

(conhecida como Televisão sem Fronteiras)

O Parlamento Europeu e o conselho de ministros da UE aprovaram novas regras para os meios de comunicação audiovisuais no espaço europeu propostas pela Comissão Europeia. O principal objectivo da nova directiva comunitária, que deverá começar a entrar em vigor a partir do final do ano, é melhorar a competitividade do mercado de serviços audiovisuais.

A directiva abrange tanto os serviços tradicionais de TV como os cada vez mais populares serviços on-demand.
...
obriga ainda a melhorar o acesso a pessoas com deficiências visuais ou auditivas.

Fonte: http://sol.sapo.pt/

Editora BOCA

A Editora BOCA — palavras que alimentam apresenta novos títulos e novos eventos.

Leia o nosso Boletim Informativo — Maio 2007

Novas boquenses: A Alegria de Gostar, de Jairo Aníbal Niño, na Feira do Livro de Lisboa, na Fermento (a celebrar o Dia Mundial da Criança) e na maior congregação de grávidas do país, a Feira Barrigas de Amor; lançamento do audiolivro A Carta da Corcunda para o Serralheiro, único texto de Fernando Pessoa assinado no feminino (Maria José).

Caso não queira receber os nossos boletins informativos, agradecemos que nos envie um mail para info@boca.pt

segunda-feira, maio 21, 2007

TELECENTROS NO SENADO

SEMINÁRIO PARA A APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DE ATENDIMENTO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA EM TELECENTROS NO SENADO FEDERAL


Nesta semana, a Acessibilidade Brasil em convênio com o Ministério do Trabalho - Plano Nacional de Qualificação, está promovendo o Seminário para a Apresentação da Metodologia de Atendimento de Pessoas com Deficiência em Telecentros. O evento, apoiado pelo Senado Federal, será realizado nos dias 23 e 24 de maio, em Brasília, no Auditório Petrônio Portela do Senado Federal.

O objetivo do seminário é apresentar a metodologia para o atendimento de pessoas com deficiência em telecentros comunitários. Essa metodologia foi baseada na coleta de informações de milhares de atendimentos de pessoas com deficiência, idosos e pessoas com baixa escolaridade, no Telecentro Acessível de Taguatinga - TCA1, criado especialmente com esse objetivo.

O desenvolvimento dessa metodologia, financiado pelo programa Nacional de Qualificação do Ministério do Trabalho, e diversos aspectos técnicos do atendimento de pessoas com deficiência, tais como sistemas, equipamentos e tecnologias utilizadas, serão apresentados e discutidos, por especialistas durante o seminário, e seus resultados serão incorporados para a complementação da metodologia, que será distribuída, no próximo mês de junho, pelo Ministério do Trabalho para outros telecentros brasileiros.

O Telecentro Acessível de Taguatinga foi criado com apoio financeiro do Ministério da Ciência e Tecnologia e da Acessibilidade Brasil.

Assunto: Seminário para a Apresentação da Metodologia de Atendimento
de Pessoas com Deficiência em Telecentros.
Data: 23 e 24 de maio de 2007, quarta e quinta-feira.
Horário: das 9h30 às 18h.
Local: Auditório Petrônio Portela, Senado Federal
Secretaria de Relações Públicas
Tel: (61) 3311-1919